domingo, 16 de agosto de 2015

Redação - 3º Bimestre - 2º Ano do EM



1      A partir da introdução dada, desenvolva um texto argumentativo. Para isso, pesquise sobre o assunto e depois redija o seu texto. Coloque um título, um argumento favorável, outro argumento desfavorável ou diferente do apresentado anteriormente. Aponte soluções ou projetos para diminuir os problemas e por fim, conclua  a sua argumentação. Lembre-se que para cada item dado acima, você começa uma nova ideia, portanto abrirá um novo parágrafo.


Tema: Educação e Empregabilidade

Introdução:
 Os trabalhadores procuram programas de ampliação de escolaridade não para conseguir trabalho ou uma posição mais favorável, mas para não perder o emprego atual. Hoje, a exigência é pelo Ensino Médio, fato muito diferente das condições necessárias do final do Império e início da República, haja vista a personagem Pombinha, a única moradora  que sabia ler e escrever no Cortiço de João Romão, onde havia noventa e cinco casinhas construídas e habitadas.


domingo, 9 de agosto de 2015

Nossa Língua - TV Cultura - Prof.º Pasquale


Material preparado pela Prof.ª Vera Lúcia Grando


Vol.1

1- O que você entendeu sobre os itens abaixo, após ter visto o vídeo 1?

a- A Língua Portuguesa.
b- A língua Tupi.
c- A Língua de Camões.


2- Você gostou dos conteúdos abordados?


Vol.2

1- Discorra sobre os itens abaixo:

a- Influências da Língua Africana no Português.

b- Influências da Língua Francesa no Português.


2- Cite palavras de origem:
a- africana:
b- francesa:
c-tupi:












quinta-feira, 6 de agosto de 2015

CONTOS DE FADAS

Texto redigido por Vera Lúcia Grando


PROJETO DE LEITURA


Contos de   Fadas








Na sala de Leitura da Escola Estadual Caetano de Campos, a Professora Vera Lúcia  Grando vem desenvolvendo, neste ano de 2015 , com o auxílio da Prof.ª da sala de Leitura, Ana Junqueira, um projeto de leitura de Contos de Fadas  com a classe de 7º ano A.
Foram estabelecidas duas aulas semanais de leitura, embora possam ocorrer fatores que prejudiquem  essa frequência, como feriado, planejamento, reunião de pais e mestres, eventos....
O livro Contos de Fadas de Perrault, Grimm,  Andersen e outros é o objeto de estudos e leitura dos alunos, tendo em vista a fruição, a interpretação, a posição do leitor como sujeito no diálogo estabelecido entre   autor/narrador e leitor/aluno , além da busca de vocabulários para ampliar o universo linguístico  da forma  escrita , em especial , a ortografia e os sentidos múltiplos que um termo pode ter conforme o contexto e situação  no qual foi aplicado.
No primeiro dia de contato com o livro, a professora Vera fez a apresentação do livro interagindo com os alunos em um processo de perguntas, respostas e apontamentos, de forma a explorar   os elementos constituintes do livro: capa, editora, autor,   ano  e local da publicação. A seguir, explicou as diferenças entre os autores das várias épocas, sinalizando os contextos da História e Geografia. Além disso, comentou qual o papel de um tradutor, pois o livro foi traduzido por Maria Luiza X. de A. Borges, editora Zahar.
A primeira leitura , Um eterno encantamento, apresentação do livro feita por Ana Maria Machado, foi compartilhada, todos os alunos tiveram a oportunidade de ler , todavia houve alunos  que se recusaram a fazê-la, ou por timidez ou por vergonha, ou por falta de domínio das letras. Fez-se   a pesquisa do vocabulário desconhecido, a interpretação do texto, o levantamento do conhecimento prévio a partir do aluno sobre o que é um conto de fadas. E por  último , observou-se que a apresentação de Ana Maria machado é do gênero relato, o qual é inserido no caderno do aluno do 7º ano  escolar.




Os contos de Charles Perrault foram  lidos na sala de Leitura e a partir deles, houve um levantamento de  vocábulos desconhecidos e procura de palavras escritas com ss, rr, nh, , x, z, g, lh, . Pediu-se para cada conto uma letra. Os alunos gostaram muito dessa atividade, pois além de procurarem, observarem e anotarem, ganhavam um ponto de participação  a cada cinco palavras encontradas.
Na sala de aula, os alunos trabalharam interpretação e escrita:
1-Criaram uma moral da história para o conto Cinderela ou o Sapatinho de Vidro.
2- Responderam à pergunta “ O que você faria se seu pai ou sua mãe quisesse se casar com você?”  após a leitura do conto Pele de Asno.
3- Fizeram a reescrita do conto O Gato de Botas ou O Mestre Gato.
4- Para o conto O Pequeno Polegar , fez-se a pergunta o que você faria se estivesse no lugar de Polegar  e tivesse as botas voadoras? Os alunos produziram um texto dando um desfecho diferente daquele ocorrido no conto, a partir da escrita oferecida pela professora: Se eu fosse Polegar...
5-Produziram uma notícia a partir do título oferecido pela professora “ Lobo faz mais uma vítima “ , depois da leitura de Chapeuzinho Vermelho.
6- Tiveram de encontrar uma solução para a esposa de Barba Azul, dando continuidade a este texto: A mulher esperava os irmãos, mas eles não chegaram a tempo, pois Barba Azul, estava com o cutelo no ar para cortar a cabeça dela, foi quando....

Finalizados os contos de Perrault, os quais tinham um fundo moral mais severo, haja vista que era a Idade Média e os contos tinham também um caráter educativo, leu-se o conto A Bela e a Fera , de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont.
Desta vez, foram pesquisadas palavras que apresentassem a letra j e foi produzido um texto individual  a partir do texto oferecido,:
Quando cheguei ao Palácio da Fera, senti...Daquele momento em diante, fiz uma previsão sobre o meu futuro.....

Jacob e Wilhelmen Grimm foi o terceiro momento de leitura de contos de fadas. Foram lidos mais três contos antes de acabar o primeiro semestre. E as letras sc, ç e u foram os itens a serem pesquisados nesta etapa. Para o conto A Bela Adormecida, foi feita uma recuperação dos fatos aleatoriamente. Cada aluno deveria dizer uma palavra ou frase ou passagem do conto. Para Branca de Neve, foi solicitado uma reescrita , mas o aluno deveria relatar os fatos , pois participou da história. Para o Conto Chapeuzinho Vermelho, houve uma pesquisa comparando as diferenças entre as narrações de Perrault e irmãos Grimm, por exemplo bolinho com potinho de manteiga x bolinhos e garrafa de vinho para vovó;  lobo come vovô e Chapeuzinho e a história se acaba versus  avó e Chapeuzinho foram retiradas da barriga do lobo pelo caçador.



AGUARDEM TEM MAIS!!!!








terça-feira, 4 de agosto de 2015

Mutum- Filme de Sandra Kogut





Assista a esse filme e responda ao questionário  abaixo.


Escolha apena uma alternativa

1- O linguajar do filme "Mutum" é:

(  ) cheio de palavras de nível alto.
(  ) Precário de palavras , quase monossilábico.
(  ) De baixo -calão.
(  ) Difícil de entender, cheio de conversas.
(  )Linguagem do Sul do Brasil.
(  ) Linguagem inteligível nas falas das personagens.


2- A região descrita é de Minas Gerais, onde há a cidade de Mutum. Pode-se dizer que:

(   ) é rica de plantações, fauna, de animais selvagens.
(   ) a lavoura é de subsistência, precária de recursos para a família de Thiago em Mutum.
(   ) nota-se riqueza de classe social no sítio em que as personagens viviam.

3- Provavelmente Felipe faleceu, tendo por causa de morte :

(   ) tétano
(  ) Diarreia
(  ) Febre amarela
(  ) Raiva


4- Esse filme foi uma adaptação da obra de Guimaraens Rosa, Campo Geral, por Sandra Kogut.

a- Você gostou do filme?

b- Quais foram as impressões deixadas em você a respeito do filme?



PS: MATERIAL ELABORADO POR VERA LÚCIA GRANDO

domingo, 2 de agosto de 2015

3º Bimestre de 2015 - 2º Ensino Médio

PERGUNTAS INTERDISCIPLINARES ELABORADAS PELA PROFESSORA VERA LÚCIA GRANDO


Pgs.12 e 13

1 1-    No Brasil em 1789, ainda as ideias iluministas levaram pessoas a atitudes que culminaram na Inconfidência Mineira e,  na Europa, França, Paris, essas ideias transformavam em realidade os ideais defendidos pelos filósofos iluministas.
a-      Qual foi a Revolução desse período ocorrida na França?
b-      Com o final do Século das Luzes o que  mudou no cenário da França?
c-       Que documento foi elaborado naquela época que nos influencia até hoje no nosso jeito de pensar e agir e que a partir desses artigos somos julgados pelo povo, juízes, amigos, familiares ?
d-      Qual a diferença entre heróis solitários e indivíduos a partir desse cenário? Qual deles você prefere?


P.14 e 15

22-      O que consolidou o capitalismo como novo sistema econômico?
33-      Elabore a diferença entre a interpretação de beleza feita pela:
a-      Nobreza:
b-      Burguesia:
c - Por você aluno:
44-     Como eram os leitores daquele  contexto de produção literária?
a-      Nobres:
b-      Burgueses:
c-  E a sua atualmente:

P.16 e 17

5- Dê a diferença entre razão e emoção. Qual delas você escolhe?
6-Como nasceu o ideal nacionalista?
7- O que é abandonado na linguagem romântica?
8- Que características apontam a preocupação do olhar do autor romântico?

Referência

ABAURRE,  Maria L., ABAURRE  Maria Bernadete M. et PONTARA, Marcela : PORTUGUÊS .  V.2  Moderna. São Paulo, 2013.



sexta-feira, 1 de maio de 2015

Inocência : Filme X Livro

Profª Drª  Vera Lúcia Grando


O filme Inocência, de Walter Lima Jr. serviu-nos para ilustrar, apontar o assunto sobre o romance romãntico regionalista,  em particular, o livro Inocência, de Visconde de Taunay. Por meio da imagem, os alunos puderam visualizar as características apresentadas no Romantismo, em relação ao estilo e estética.
Foram solicitados aos alunos como material de análise e percepção bem como para avaliação os seguintes itens:
1-Leia as páginas 107 e 108 do livro didático e cite as características do Romantismo que aparecem no filme e no livro Inocência.
2- O que você pensa sobre os pais escolherem o seu futuro marido/esposa?Ainda existem pais que escolhem os noivos para os filhos?
3-Pesquise o final das personagens Manecão, Inocência e Sr. Pereira apresentado no livro.


Este filme pode ser encontrado no Youtube.

Utilize o espaço de comentários para responder, se preferir entregue por escrito em classe.



O Cortiço- Aluísio Azedo- Leitura passo a Passo



Profª Drª Vera Lúcia Grando

Neste ano de 2015, foi proposto  aos alunos da Escola Estadual Caetano de Campos, cerca de 180 alunos da 2ª série do Ensino Médio, a leitura compartilhada em classe, do Livro de Aluísio Azevedo, O Cortiço. 

A professora, Vera Lúcia Grando, de Língua Portuguesa, apresentou o livro em classe, antecipou aos alunos as características das teorias do Naturalismo com o objetivo de embasar o conhecimento do aluno e praticar modelos teóricos a fim de possibilitar aos alunos o desenvolvimento de habilidades por meio de técnicas e tecnologias diversificadas.

Fez interdisciplinaridade com outros livros já abordados em classe, tal como Memórias Póstumas de Brás Cubas, lido no ano anterior da mesma maneira compartilhada , assim além de adquirir novos conhecimentos o aluno pratica a comparação entre um ou mais objetos de estudo para reconhecer modos estilísticos e  estéticos semelhantes, divergentes, além dos contextos históricos apresentados na narração dos objetos de análise.

Certamente os alunos  apresentam certas dificuldades para entender o contexto histórico, o vocabulário do livro, uma vez que a realidade apresentada é diversa e distante da situação em que vivem no momento. Eles têm apenas quinze, dezesseis anos de aquisição da Língua Portuguesa, quando se encontram no Ensino Médio.

Ao pensar nessa dificuldade, a professora propôs algumas atividades durante as leituras. Em um primeiro momento, os alunos pesquisaram as teorias literárias do Naturalismo  que estavam em voga na época da produção da escrita em relação ao estilo e estética . Desta forma, neste processo de aprendizagem podem observar, discutir, comparar a linguagem de época relacionada ao plano comportamental das personagens, aos níveis sociais ,  linguísticos, e de produção cultural, intelectual e de trabalho.

Eis os itens pesquisados: 1- Naturalismo no mundo; 2- Naturalismo no Brasil; 3- Naturalismo no livro O Cortiço; 3- Biografia de Aluísio Azevedo; 4- Vocabulário e expressões  apresentados no livro, elencados abaixo.
1-Refolhos.
2-Botafogo.
3-Taverna.
4- Crioula.
5- Juiz de Fora.
6- Légua.
7-Estrompado.
8-Pecúlios.
9-Cafuza.
10- Pagava de Jornal.
11- Zuarte.
12-Fazendas.
13-Dote.
14- Faina.
15- Aviar.
16- Pândegos.
17- Estampilhas.
18-Flagrante delito de adultério.
19-Mulherzinha levada da breca.
20-Nesga de Nudez.
21- A custo sopeava.
22- Soerguer.
23-Arrojava.
24-Dez braças.
25-Luta renhida.
Para um segundo momento, foram elencadas mais expressões e vocábulos retirados do livro, visto que os alunos aceitaram muito bem esse tipo de atividade, pois lhes desperta curiosidade e interesse em pesquisar tanto na internet como em dicionários. Estiveram na sala de leitura da escola, e ali fizeram parte das pesquisas. Usar o celular para esse fim veio ao encontro da situação pedagógica estabelecida naquele momento. A Professora Rosana Esteves auxiliou a despeito de materiais e organização, disciplina no ambiente de estudo. Em um outro momento, pesquisaram em classe em dicionários levados pela professora. Desta forma o manuseio de dicionários virtuais ou manuais exige do conhecimento do aluno a organização desse gênero, da ordem alfabética da junção de sílabas, das palavras.
Ao pesquisar uma palavra do livro ou frase, o aluno depreende-a de um contexto e a compara ao conjunto de sinônimos apresentados no dicionário, observa as possibilidades oferecidas com o contexto apresentado e escolhe aquela que mais se aproxima. Então, neste exercício o aluno amplia a sua visão de mundo em relação ao uso linguístico, palavra com palavra, sinonímia, como também ao uso semiótico, a palavra em um contexto.

1- Verá se tem ou não para peras!
2- Mourejar.
3- Indo em hasta pública.
4- Ficava de  alcateia.
5-Capitoso encanto com que nos embebedam.
6- O que for soará.
7- O seu fartum de bestas no coito.
8- Perder a tramontana.
9- Comprar capilé.
10- " Oia que eu me queixo ao juiz de orfe".
11- Guerra do Paraguai.
12- Desabafava vituperando.
13- Cáfila de salteadores.
14- Aviltava a mulher.
15- Sem tugir nem mugir.
16- Heliotrópios.
17-Coradouros.
18- As portas das latrinas.
19- Lei Rio Branco.
20- Rua do Ouvidor.
21- Nariz Adunco.
22- De malogro em malogro.
23-Vociferava imprecações.
24- Mormente.
25- Achaques.
26- Estopada
27-As xícaras a tilintar.
28- Sons de vozes que altercavam .
29- Ensarilhavam-se discussões e resingas.
30- Alcunha.
31- Folha-de flandres.
32- Algavariada.
33- Envergando o uniforme.
34- Fustigar as calças de brim.
35-Arbítrio do seu caráter.
36-Fama terrível de leviana entre as suas vizinhanças.
37-Separado pelos jiraus.
38-Aquele cabravasco.
39-Ceroulas.
40-Só para o frege.
41- O parati circulava por todas as mesas.
42- Espadaúdo.
43-Boi de Canga.
44-Um martelo de vinho.
45-Marimbando.
46-Lundus.
47- Falsete agudo, mas afinado.
48-Picão que feria o granito.
49-Paralelepípedos a escopro e macete.
50-Ciclópica nudez.
51-Ambos à boleia.
52- Versos de "Os Lusíadas".
53- Em grande estilo.
54-Lenço alvo.
55-A fala dos pretos caçanjes.
56-Delírios de hilariedade.
57- Capadócio.
58- Vaia Uníssona.
59- Zulmira lívida.
60-Tomo outra mezinha.
61- Palangana de café.
62- Uma vontade desensofrida de senhorear-se no mesmo instante.
63- O estudante atirou-se sôfrego.
64-Biraia.
65-Contanto que te musques por uma vez.
66-Ora gaitas!
67-Um chim .
68- Que espiga!
69-Sebo!
70- Uma súcia ,todos eles!
71-Uma esmola para a cera do Sacramento.
72-Alguidar.
73- Açorda.
74- caldo de Unto.
75- Vatapá.
76- Caruru.
77- Pão de rala.
78- Embalde.
79- A velha escarranchada sobre a rapariga.
80- Repartindo-se em pequenos magotes que repartiam o caso.
81- Deixo-o ficar às turras.
82- O vendeiro com ar sisudo.
83- Discreteava sobre assuntos sérios.
84 - Desvarios.


Após a pesquisa de palavras foi sugerida a seguinte questão para verificar a memória, aquisição de conhecimento da personagem João Romão.


O que você entendeu sobre a personagem de João Romão, do livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo em relação às características físicas, psicológicas e sociais?









Ainda pensando no desenvolvimento da leitura, inserimos exercícios de redação argumentativa , que possibilitam releituras dos fatos ocorridos e criar um pensamento crítico de semelhanças e diferenças em conceituações e observações dos fatos por meio de  temas e das vozes que a professora inicia para que o aluno com o seu discurso complete tais falas, trazendo à tona várias vozes que povoam as suas mentes e de autores citados, formando uma redação com discurso polifônico, segundo as teorias de Mikhail Bakhtin.



  1. Cortiço


Título: Cortiço, uma realidade do Brasil


Tese: No Brasil, estima-se que haja___________________ de cortiços, o que se leva a dizer que o Brasil  ____________________________________________________________________________________________________________________________________________


Argumentação/Explanação: São Paulo,”Estado Coração do Brasil”, inserido neste contexto, possui ___________________________ , um número que demonstra _________________________________________________________________________________________________________________________________________


Contra-argumentação: Por sua vez, leva-se em consideração o fato que sem os cortiços , não ___________________________________________________________________________________________________________________________________________


Proposta: Sugere-se para amenizar os problemas das moradias em cortiços ____________________________________________________________________________________________________________________________________________


Conclusão: Então, cortiços em nível federal ou estadual apresentam ______________________________________________________________________e são necessárias ______________________________________________________________________



     II-Gravidez Indesejada


Título:_________________________________________________________________


Tese: A falta de pensamento crítico a respeito da gravidez, segundo Neto, traz transtornos àquele que não a deseja, haja vista o caso de Florinda em “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo.


Argumentação: Essa falta de senso crítico ocorre ____________________________________________________________________________________________________________________________________________


Contra-argumento: Apesar de haver muitos meios que informam às pessoas, tais como: tv, rádio, revistas, livros, materiais didáticos escolares, palestras, ainda não é o suficiente para conscientizar as práticas sexuais.


Proposta: Para diminuir / solucionar essa problemática. _________________________________________________________________________________________________________________________________


Conclusão: Em suma, a gravidez indesejada ____________________________________________________________________________________________________________________________________________

III- Educação e Empregabilidade



1        A partir da introdução dada, desenvolva um texto argumentativo. Para isso, pesquise sobre o assunto e depois redija o seu texto. Coloque um título, um argumento favorável, outro argumento desfavorável ou diferente do apresentado anteriormente. Aponte soluções ou projetos para diminuir os problemas e por fim, conclua  a sua argumentação. Lembre-se que para cada item dado acima, você começa uma nova ideia, portanto abrirá um novo parágrafo.


Tema: Educação e Empregabilidade

Introdução:
 Os trabalhadores procuram programas de ampliação de escolaridade não para conseguir trabalho ou uma posição mais favorável, mas para não perder o emprego atual. Hoje, a exigência é pelo Ensino Médio, fato muito diferente das condições necessárias do final do Império e início da República, haja vista a personagem Pombinha, a única moradora  que sabia ler e escrever no Cortiço de João Romão, onde havia noventa e cinco casinhas construídas e habitadas.



Outra oportunidade de demonstração de habilidades foi sugerida aos alunos, sendo que quem quisesse poderia fazer desenhos das personagens de O Cortiço. Essa releitura das personagens  expressa parte da interpretação do aluno, das imagens formadas em suas mentes , mesmo que tenham tomado imagens já oferecidas por algum veículo de comunicação. Os alunos estão fazendo vários desenhos ,os quais serão expostos na Mostra Cultural.




REFERÊNCIAS




BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo, Martins Fontes, 1992.



segunda-feira, 16 de março de 2015

Literatura Africana



Sugestão do Livro Didático De Português:
1. Realize uma pesquisa sobre os cinco países africanos que têm o
português como língua oficial, buscando informações sobre sua
história, sua atual situação econômico-social, sua cultura e,
particularmente, os vínculos históricos com o Brasil.
R:

Angola
História: Os habitantes originais de Angola foram caçadores Khoisan

dispersos e pouco numerosos. A expansão dos povos banto, vindos do

Norte a partir do século X a.C, forçou os Khoisan a recuar para o Sul

onde grupos residuais existem até hoje, em Angola (ver mapa étnico),

na Namíbia e no Botsuana. Os bantos eram agricultores e caçadores. Sua

expansão se deu em grupos menores, que se relocalizaram de acordo com

as circunstâncias político-económicas. Entre os séculos XIV e XVII,

uma série de reinos foi estabelecida, sendo o principal o Reino do

Congo.

Cultura: a presença constante da dança no quotidiano, é produto de um

contexto cultural apelativo para a interiorização de estruturas

rítmicas desde cedo. Iniciando-se pelo estreito contacto da criança

com os movimentos da mãe (às costas da qual é transportada), esta

ligação é fortalecida através da participação dos jovens nas

diferentes celebrações sociais (os jovens são os que mais se

envolvem), onde a dança se revela determinante enquanto factor de

integração e preservação da identidade e do sentimento comunitário.

Atual situação econômico-social e vínculos históricos com o Brasil: o

mercado de telecomunicações está em franca expansão no hemisfério sul

do globo. Com as grandes potências mundiais ainda em fase de

recuperação da crise financeira de 2008, países em desenvolvimento

encontram uma brecha para alavancar o setor, que vem crescendo

exponencialmente na Ásia, África e América Latina nos últimos anos.

O mais recente acordo em fase de negociação entre Angola e Brasil para

a implantação de cabos de fibra óptica submarinos que ligam os dois

países é um exemplo de como o setor de telecomunicações vem se

expandindo nos países do cone sul.

Angola, que até 2001 era uma um campo aberto de minas terrestres, tem

atualmente uma mina de oportunidades para empresas em diversos

setores. Os 27 anos em que permaneceu em guerra civil foram mais do

que suficientes para destruir a maior parte da infra-estrutura no

país. No entanto, desde o cessar fogo há exatos 10 anos, Angola vem

crescendo ferozmente e é um dos países mais promissores dentro da

África Subsaariana. Disputa acirradamente com a Nigéria o título de

maior produtor de petróleo e diamantes da África, e empresas de

construção civil, mineração e serviços vêem Angola como a menina dos

olhos do continente.

Apesar da fome pelo desenvolvimento e ampla gama de oportunidades, o

país ainda sofre com a miséria da maioria da população, que sobrevive

com US$1 por dia. O nível de corrupção também é estrondoso, e o grau

de dificuldade em se fazer negócios no país ainda é altíssimo,

resultantes de uma burocracia atrasada e barreira linguística.

No setor de telecomunicações, até hoje só existem duas operadoras de

telefonia móvel, e o grande monopólio da telefonia fixa é da Angola

Telecom, incumbente estatal e detentora da maioria das empresas de

telecom presentes no país.

O Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) espera, há alguns anos,

a aprovação pelo Ministério das Comunicações da abertura do concurso

para uma terceira operadora de telefonia móvel no país. Usuários

frequentemente reclamam da péssima qualidade da rede fixa e móvel,

além da lentidão dos serviços de dados e os altíssimos preços

praticados pelas operadoras (um plano corporativo de voz e dados pode

custar até US$3.600 por mês para uma empresa de pequeno porte).

Empresários e usuários demandam cada vez mais uma melhor rede, preços

mais justos e abertura do mercado para mais competidores, já que o

monopólio estatal ainda é visto como um dos maiores inibidores da

redução tarifária – é o governo quem detém os principais links nos

portos de desembarque dos cabos na costa angolana, bem como os loops

que estendem a conexão ao resto do país. Até hoje, não há interesse em

reduzir as taxas exorbitantes cobradas a outras operadoras para acesso

a esses links.

Apesar disso, o que se pode esperar é que tanto Brasil quanto Angola

sejam beneficiados com o cabo de fibra óptica que ligará os dois

países, além da Nigéria e África do Sul através do link angolano.

Cabo que ligará Angola, África do Sul e Nigéria a América Latina é

iniciativa inédita em telecom.

O vínculo histórico entre Brasil e Angola é de longa data.

Culturalmente, angolanos adoram o Brasil e os brasileiros, que com a

proximidade da língua, associada ao jeito descontraído de ambos os

povos, constitui um forte aliado no fortalecimento das relações

comerciais.

Há diversas empresas brasileiras operando em Angola nos mais variados

setores, e a tendência é que essa relação só venha a ser beneficiada

futuramente com a disponibilidade de maior troca de informações em

tempo real.

Contudo, os benefícios dessa futura ligação só poderão ser desfrutados

por inteiro se grandes desafios forem superados.

Ainda é necessário construir estradas que liguem as principais cidades

da Angola a regiões mais remotas do país, onde sequer há postes de

eletricidade. Para isso, é preciso desativar muitas minas terrestres,

resquícios de um passado sombrio não tão distante. Muitos angolanos

caminham quilômetros até o quiosque mais próximo para fazer chamadas

de telefones celulares, e usar computadores conectados a eletricidade

através de geradores móveis de energia. E a grande maioria da

população não dispõe de renda suficiente para considerar celulares e

computadores como sendo necessidades básicas em seu cotidiano.

Apesar de todos esses desafios presentes em Angola, o cenário futuro é

promissor.

Multinacionais de serviços de telecomunicações presentes no país já

treinam alguns talentos locais no exterior, uma espécie de

benchmarking in loco. Isso resultará numa mão de obra qualificada e

preparada a atender a alta demanda por serviços de telecomunicações

cada vez mais avançados, impulsionada pela crescente presença de

empresas multinacionais e expatriados de países desenvolvidos,

acostumados a serviços modernos, conexão veloz e ausência de latência.

Não há dúvidas de que a Portugal Telecom – fortemente presente em

Angola por meio da Unitel (operadora de telefonia móvel líder de

mercado), detém 25% da, MSTelcom (a maior concorrente da Angola

Telecom), e agora no Brasil com a recente entrada na Oi – será uma das

maiores beneficiadas nessa estratégia que visa aproximar os dois

países tecnologicamente.

No entanto, precisamos enxergar além do horizonte a nossa frente, e

entender que a ligação entre o Brasil e Angola através de cabos

submarinos pode ser o indício de uma grande evolução em termos de

tecnologia da informação e comunicação.



Moçambique



História: A área territorial que hoje corresponde a Moçambique é

habitada desde o séc. V a.C. Os povos de língua banta estabeleceram-se

no país antes do ano 100 d.C., e os árabes viveram na área por volta

do séc. IX. Os exploradores portugueses entraram em Moçambique pela

primeira vez em 1497. Em 1505, estabeleceram uma feitoria na região.

Desde então, o país tornou-se um centro de comércio de escravos.

Ao longo dos anos, a dominação portuguesa foi ameaçada por árabes,

africanos e algumas nações européias. Em 1885, Moçambique foi

reconhecido como colônia portuguesa. As fronteiras estabelecidas em

1891 são semelhantes aos limites atuais do país.

As cidades e as ferrovias foram construídas no final do séc. XIX e

início do séc. XX, época em que a população portuguesa também

aumentou.

Cultura: Moçambique é reconhecido por seus artistas plásticos. A

música vocal moçambicana também impressiona os visitantes. A timbila

chope foi considerada Patrimônio Mundial.

Atual situação: em tempo de recessão, Moçambique apresenta valores

elevados do crescimento económico, que se manterão a médio prazo,

principalmente devido aos mega-projectos em torno do aproveitamento

dos recursos minerais. A diversificação sectorial da economia,

relevante para o perfil exportador do país, relativamente concentrado,

incentivará o dinamismo da economia moçambicana, gerando um crescente

número de oportunidades.



São Tomé e Príncipe

Cultura: no folclore santomense são de destacar a sobrevivência de

dois autos renascentistas (século XVI): " A Tragédia do marquês de

Mântua e do Príncipe D. Carlos Magno", denominado localmente de

"Tchiloli" e o "São Lourenço" (por ser representado no dia deste

santo) e que é idêntico aos "Autos de Floripes" que ainda hoje é

representado na aldeia das Neves, perto de Viana do Castelo. A Cena

Lusófona editou um livro, Floripes Negra, em que Augusto Baptista,

ensaísta e fotógrafo, faz um levantamento sobre as origens do "Auto da

Floripes" e as suas ligações com Portugal.

História: exploradores portugueses descobriram as ilhas de São Tomé e

Príncipe em 1470, durante o período das grandes navegações. Por volta

de 1485, os portugueses começaram a enviar presos, exilados e

colonizadores para as ilhas.

Em meados do séc. XVI, escravos da ilha de São Tomé se rebelaram

contra os donos das terras. Muitos desses proprietários abandonaram as

plantações, e a produção de açúcar diminuiu.

Naquela época, várias nações estavam envolvidas com o tráfico de

escravos africanos. A ilha de São Tomé tornou-se um grande centro de

comércio de escravos. Os negros eram capturados no continente

africano, levados para São Tomé e dali embarcados para o continente

americano e outras partes do mundo.

Durante os séc. XVII e XVIII, holandeses e franceses dominaram a ilha

de São Tomé, mas os portugueses a reconquistaram no séc. XIX. Nesse

período, começaram a plantar café e cacau nas duas principais ilhas,

usando trabalho escravo.

Portugal e a maioria dos outros países do mundo aboliram a escravatura

no séc. XIX. Os portugueses continuaram, contudo, a levar negros da

África continental para São Tomé e Príncipe como trabalhadores

contratados. Ainda assim maltratados, os negros se rebelavam de tempos

em tempos. Essas revoltas ocorreram desde o séc. XIX até meados do

séc. XX.

Na década de 1950, muitos habitantes de São Tomé e Príncipe começaram

a exigir o fim do colonialismo português. Os portugueses responderam

com intensa repressão, provocando centenas de mortes, desaparecimentos

e exílio de pessoas. Em 1959, foi criado o Movimento de Libertação de

São Tomé e Príncipe (MLSTP), que, com apoio dos países socialistas,

passou a lutar pela independência do país. Alguns anos depois em 1975,

finalmente o arquipélago foi descolonizado.

Atual situação: a economia de São Tomé e Príncipe tem-se baseado na

aposta no turismo para o seu desenvolvimento, mas a recente descoberta

de jazidas de petróleo nas suas águas abriu novas perspectivas para o

futuro



Cabo Verde



História: o arquipélago foi descoberto por navegadores portugueses em

cerca de 1460. Naquela ocasião, as ilhas eram desabitadas e os

portugueses começaram a colonizá-las, alguns anos mais tarde. Nos

séculos XVI e XVII, o tráfico de escravos tornou-se a atividade

comercial mais importante das ilhas. Em meados do séc. XIX,

registrou-se uma melhoria nas condições econômicas do país, quando

Mindelo tornou-se importante porto de reabastecimento dos navios que

cruzavam o Atlântico.

Portugal governou Cabo Verde e a atual Guiné-Bissau, em conjunto, até

1879, quando passaram a formar duas colônias separadas. Em 1951, Cabo

Verde tornou-se província ultramarina de Portugal, e a polpulação

passou a ter um desempenho mais atuante no governo do arquipélago. O

Partido Africano para a Independência de Guiné-Bissau e Cabo Verde

(PAIGC) lutou para derrubar o domínio português nos dois países, de

meados da década de 1950 até 1975, quando Cabo Verde se tornou uma

nação independente. Um dos objetivos do partido era promover a

unificação dos países sob um único governo. Essa idéia foi abandonada,

após a destituição violenta do governo da Guiné-Bissau do

cabo-verdiano Luís Cabral, em 1980. Nesse mesmo ano, a parte

cabo-verdiana deixou o PAIGC e formou o Partido Africano da

Independência de Cabo Verde (PAICV), reafirmando sua orientação

socialista.

Em 1990, o governo permitiu a formação de novos partidos políticos e

convocou eleições legislativas, formando uma Assembléia Constituinte.

Em 2001, o PAICV conquistou a maioria das cadeiras do Parlamento, e

José Maria Neves tornou-se primeiro-ministro. Nesse mesmo ano, Pedro

Pires venceu as eleições para presidente.

Cultura: a cultura de Cabo Verde é uma mistura da cultura africana com

a cultura europeia. Cabo Verde tem sobretudo um vasto espectro de

músicas, músicas que reflectem as diversas origens da população

cabo-verdiana.

Atual situação: este país lusófono está muito dependente das

importações de energia e alimentos, dois setores onde existe um grande

défice entre o consumo e a produção. Esta situação decorre não somente

do facto de o país ter solos muito pobres e escassas capacidades de

produção de energia, mas também de ser a Economia mais tercializada de

todo o espaço económico lusófono com mais de 70% do PIB pertencem ao

setor do Turismo (Portugal, outro país lusófono severamente

tercializado retira do Turismo apenas 13% do PIB). As remessas dos

emigrantes (a maioria dos caboverdianos vivem fora do seu país)

compensam contudo este défice comercial que um débil setor industrial

(têxteis, calçado e pescas) não consegue ter um peso significativo.

Apesar destas limitações, a estabilidade governativa, a boa governança

e o crescimento do investimento direto estrangeiro, tornam Cabo Verde

no país africano lusófono com melhores perspetivas de desenvolvimento

económico e social a curto prazo.



Guiné-Bissau



História: muitas tribos de negros africanos viviam no que é hoje

Guiné-Bissau antes da chegada dos exploradores portugueses, em 1446.

Do séc. XVII ao XIX, os portugueses usaram o lugar como base para o

comércio de escravos. A região tornou-se colônia lusitana, chamada

Guiné Portuguesa, em 1879. Em 1951, foi transformada em província

ultramarina de Portugal. No período posterior à Segunda Guerra

Mundial, muitos movimentos de independência surgiram em toda a África.

Em 1956, os líderes nacionalistas africanos da Guiné Portuguesa

fundaram o Partido Africano pela Independência da Guiné e de Cabo

Verde (PAIGC). Amílcar Cabral chefiou o partido de 1956 a 1973, quando

foi assassinado. No início da década de 1960, o PAIGC treinou muitos

agricultores da Guiné Portuguesa nas táticas de guerrilha.

A guerra pela independência começou em 1963. Cinco anos depois, o

PAIGC controlava cerca de dois terços da província. Os habitantes

dessas áreas elegeram a primeira Assembléia Nacional Popular em 1972.

No ano seguinte, a Assembléia declarou que a província era um país

independente, chamado Guiné-Bissau. Luís Cabral, um dos líderes do

PAIGC e irmão de Amílcar Cabral, foi o primeiro presidente do país. A

guerra terminou em 1974, quando Portugal reconheceu a independência de

Guiné-Bissau.

Logo que assumiu a Presidência de Guiné-Bissau, Luís Cabral começou a

instalar um regime de inspiração soviética. Mas, em 1980, foi deposto

por um golpe de Estado liderado pelo general João Bernardo Vieira. O

PAIGC, que vinha trabalhando para a unificação do governo de

Guiné-Bissau e das ilhas de Cabo Verde, ficou dividido após o golpe.

Posteriormente, ocorreu a separação definitiva entre o PAIGC da

Guiné-Bissau e o de Cabo Verde.

Em 1990, como conseqüência do esfacelamento do bloco soviético, teve

início o processo de abertura política de Guiné-Bissau. Em maio de

1991, uma dissidência do PAIGC formou o Partido da Renovação e do

Desenvolvimento (PRD). Em 1994, o PAIGC obteve a maioria das cadeiras

na Assembléia Nacional, e João Bernardo Vieira foi eleito presidente.

Em face da vitória do partido, Manuel Saturnino da Costa foi indicado

primeiro-ministro.

Em 7 de junho de 1998, ocorreu uma rebelião militar de tropas

comandadas pelo general Ansumane Mané. Ex-chefe das Forças Armadas,

Mané fora oficialmente afastado do cargo sob a acusação de

contrabandear armas para guerrilheiros separatistas de Casamance, uma

ex-colônia portuguesa anexada pelo vizinho Senegal.

Com o tempo, os combates tornaram-se mais intensos. As tropas rebeldes

tomaram várias posições importantes, até mesmo o aeroporto da capital.

O governo buscou auxílio nos países vizinhos a fim de sufocar a

rebelião.

Em 1999, Vieira foi deposto pelo general Ansumane Mané, que instalou

Malam Bacai Sanha, do PAIGC, como presidente provisório. Nas eleições

de novembro daquele ano, o Partido para a Renovação Social (PRS)

conseguiu a maioria das cadeiras da Assembléia Nacional. Em janeiro de

2000, Kumba Yala, do PRS, venceu o segundo turno das eleições

presidenciais. Meses depois, Ansumane Mané foi morto pelas tropas do

governo após uma tentativa fracassada de golpe. Em março de 2001, Yala

demitiu o primeiro-ministro Caetano N'Tchama e escolheu Faustino

Imbali para substituí-lo. Em dezembro do mesmo ano, Alamara Ntchia

Nhassé assumiu o cargo de primeiro-ministro.

Em novembro de 2002, o Legislativo foi dissolvido pelo presidente

Yala, e Mário Pires tomou posse como primeiro-ministro, tornando-se o

quarto ocupante do cargo desde 2000. Ele deverá chefiar o Executivo

até março de 2003, data de previsão das próximas eleições.

Cultura: as diferenças étnicas e linguísticas produziram grande

variedade a nível da dança, da expressão artística, das profissões, da

tradição musical, das manifestações culturais. A dança é, contudo, uma

verdadeira expressão artística dos diversos grupos étnicos. Os povos

animistas caracterizam-se pelas belas e coloridas coreografias,

fantásticas manifestações culturais que podem ser observadas

correntemente por ocasião das colheitas, dos casamentos, dos funerais,

das cerimónias de iniciação. O estilo musical mais importante é o

gumbé. O Carnaval guineense, completamente original, com

características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das

maiores manifestações culturais do País. O músico José Carlos Schwarz

é ainda hoje considerado um dos maiores nomes de sempre da música

guineense.

Atual situação: o país vem passando por momentos difíceis, sendo

assim, devem havem melhorias em várias áreas, entre elas podemos

citar: ambiente propício a construção da paz, estabilidade e de boa

governação; direitos do cidadão, a convivência democrática, a

Constituição da República, a separação de poderes, a independência das

instituições, diferentes camadas populacionais e sociais nas tomadas

de decisão ao nível local sobretudo aquelas que dizem a respeito a

suas vidas, seua problemas e suas necessidades básicas; estratégias de

redução da pobreza e dos factores de exclusão social; produção e do

rendimento individual, familiar e comunitário/colectivo; a promoção de

políticas que favoreçam a equidade e justiça social entre homens e

mulheres como condição previa para o desenvolvimento durável orientado

para pessoas.

Vinculo com o Brasil: atualmente o Brasil e Estados Unidos assinaram

outro memorando para renovar a colaboração bilateral no campo

educativo, com ênfase, segundo Amorim, na "qualidade" da educação e na

"tecnologia".



3. Pesquise e discuta os índices que mostram as profundas

desigualdades socioeconômicas que ainda afetam a população

afrodescendente no Brasil.

R: A desigualdade socioeconômica dos negros no Brasil, ou melhor, a

marginalização, não é apenas produto da herança do escravismo, mas

também reflexo das oportunidades desiguais de ascensão social. Como

constata Heringer (2007): a construção e manutenção das desigualdades

raciais tem como ponto de partida a escravidão, mas, durante as

últimas quatro décadas tais desigualdades foram se cristalizando e se

reproduzindo, através de mecanismos sociais, políticos, culturais,

econômicos e institucionais, contribuindo para a manutenção dos

privilégios raciais existentes em nosso país.

As ações afirmativas são uma barreira eficaz à progressão do racismo e

das desigualdades sociais nele alicerçadas. Por isso, derrubá-las é

uma necessidade de todo projeto conservador de sustentação de um

status quo baseado na dominação hegemônica de uma raça sobre a outra,

e da supremacia social de uma classe sobre todas as outras.




FARACO,CA. Português:língua e cultura.Volume único, Curitiba : Base Editora,2003.

Fontes: wikipedia.org, suapesquisa.com, caladaweb.com
Pesquisa feita por Débora Lima


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