segunda-feira, 28 de março de 2016

Metrica e Estrofes -Hino Nacional



ESTROFES

1- Quantas estrofes há no Hino Nacional?

2- Quantos estribilhos diferentes há no Hino?

3- Quantas vezes cada estribilho se repete?

4- Classifique as estrofes quanto ao número de versos.



MÉTRICA

1- Quantos são os versos que compõem o Hino Nacional?

2-Classifique cada verso quanto ao número de sílabas poéticas.

3- Observe se os versos metrificados e constate se há um ritmo em cada verso ou na estrofe ou se não há ritmo.

terça-feira, 15 de março de 2016

Onomatopeias

Beatriz Helena Cano

Figura de linguagem utilizada para reproduzir os sons existentes no mundo, a onomatopeia é estudada pelas partes da gramática chamadas de estilística e morfologia, já que faz parte de um processo de formação de palavras e está presente em construções textuais.
As palavras classificadas como onomatopeicas servem para descrever os sons do mundo, como o latido de um cachorro, o miado de um gato, o tocar de um telefone, o barulho da chuva ao cair no chão ou o ronco emitido pelos motores dos carros.
Muito utilizada em histórias em quadrinhos, poemas e crônica, as onomatopeias são originadas na linguagem oral e deixam o texto mais poético, divertido, real e fácil de ser compreendido.
De entendimento universal, a figura de linguagem não necessariamente é idêntica ao som. O barulho de um telefone pode ou não ser parecido com o “triiiim”. Porém, quando esta palavra aparece em um texto, todos os leitores sabem que se trata de um telefone tocando. Assim acontece com um assovio – “fiu fiu” – com o barulho do beijo  “smaaaack” – ou com um objeto caindo – “ploft”.

Confira a lista de onomatopeias vinculada no portal da educação:

Aaai! – grito de dor
Ah! – grito de surpresa, dor, medo, pavor ou descoberta
Ah! Ah! Ah! – risada ou gargalhada
Bah! – desagrado
Bam! – tiro de revólver
Bang! – tiro
Baroom! Baruuum! – trovões ou explosão de bomba atômica
Baw! ou buá! – choro
Bash! ou bow – queda
Bbrrzz! – sintonia de rádio
Brrr booom! – trovão
Buow! – choro
Burp! – arroto
Buzzz! bzzz! – abelha voando; cochicho
Chomp! nhoc! nhac! nhec!- mastigar
Chop! tchap! tchape! tchope! – chapinhar, patinar, chafurdar na lama
Clang!, blém!, blém! – batida em objeto metálico
Crash! Praaa! – objeto grande se chocando com outro; estouro
Crunch! croc! – mastigar torradas
Ding! dim! plim! trim! – campainha
Drip! pim! ping! plim! plic! – gota
Dzzzt! bzzzt! – vôo curto de abelha; rápido cochicho; ruído no processo da solda elétrica
Eeek! ic! – soluço
Er… Ahn … – indecisão
Gasp! Ufa! – cansaço
Glub! glub! Glub! blub! glug! – líquido sendo engolido; beber água
Grrr! – animal ou pessoa grunhindo
Gulp! glup! – engasgo
Ha! Ah! Ah! – riso de satisfação, gargalhada
Hã? Huh? hein? – interrogação
He! he! he! eh! eh! rê! rê! – risinho de satisfação
Hmmm hum… – reflexão
Honk! fom! fom! – buzina
Hoot! uuu! – vaia
Hum! – satisfação
Ih! ih! ih! ih!, ri! ri! ri! – riso ridículo
Ioo-hoo! iu-uu!, u-uu! – chamamento a distância
Ka-boom! ta-bum! – bomba
Klunk! clunc! plunc! tlunc! – ruído surdo de objeto caindo
Knock! Knock! toc! toc! – batida
Meow! miau! – miado de felino
Mmm! huuum! – satisfação; reflexão; espanto, dúvida; mente trabalhando
Mooo! muuu! – mugido de búfalo
Munch! chomp! – mastigada de animal grande
Oof! ufa! – suspiro de cansaço ou dor
Oops! upa! epa! – espanto; medo; surpresa
Ouch! ai! – grito de dor
Ow! ouch! – desabafo de dor
Pat! pat! tap! tap! – tapinha carinhoso
Plop! poc! pok! – batida em objeto oco; coaxar de sapo; perna de pau
Poof! puf! – desaparecer de repente.
Poof! puf! – cansaço
Pow! pou! – soco
Psst! – expulsar ou chamar atenção

quinta-feira, 10 de março de 2016

Rimas- Hino Nacional


RIMAS


Analise as rimas em cada estrofe do Hino em relação à:

a) Disposição.
b) Valor.
c) Som/ tonicidade.


1- 
...plácidas.
...retumbante,
...fúlgidos,
...instante.

2-
...igualdade
...forte,
...liberdade,
...morte!

3-
...vivido 
...desce,
...límpido,
...resplandece.

4-
...natureza,
...colosso,
...grandeza.

5-
...adorada,
...mil,
...Brasil,
...amada

6-
...gentil,
...amada,
...Brasil

7-
...esplêndido,
...profundo,
...América,
...Mundo!

8-
...garrida
...flores;
...vida,
...amores.

9-
...amada,
Idolatrada,
Salve!Salve!

10-
...símbolo
...estrelado,
...flâmula
...passado.


11- 
...forte,
...luta,
...morte.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Avaliação: Acentuação Tônica

 Como num filme 


 Antonio Gil Neto


 Não foi difícil cair nas graças de Seu Amalfi. Direto, sincero, amoroso, foi logo falando de sua vida, com um jeito meio solto, especial, como quem vai montando uma sequência de cenas em nosso pensamento. De início, estáticas e em preto e branco, e, aos poucos, em impulsos coloridos. Depois de uma ou outra pergunta, quase nem precisei falar mais nada. Apenas ouvir, entregar- se à brincadeira da memória era o que bastava.
 Ele foi contando, contando e imagens foram se instalando em mim como quem entra em um filme.
 "Esse cheirinho de café pendurado no vento leve conduz a meu tempo mais antigo.
 Pensei ouvir bem baixinho um fiapo de uma canção napolitana e tudo veio à tona. Logo lembrei-me de minha mãe torrando café, fazendo o pão, a macarronada. Bem que procuro não pensar muito para não marejar os olhos.
 O começo de tudo foi na Itália. De lá vieram meus pais. Fugidos do horror da guerra, acabaram por fazer a vida aqui em São Paulo, onde nasci.
 É a partir dessas lembranças que minha cabeça parece uma máquina de fabricar filmes.
 Recordo muita coisa. Não só do que minha mãe contava, mais ainda das que eu vivi.
 Lá pelos idos de 1929, com cerca de sete anos de idade, era menino feito. Minha vida era um misto de cowboy com Tarzan. Onde hoje fica o Shopping Center Norte era só mato, água e muita, muita terra. Era lá meu paraíso. Meu e dos meus amigos: o Vitorino, o Zacarias... Vivia para jogar futebol, nadar, pescar e caçar passarinhos.
 Uma brincadeira de que gostávamos muito era 'chocar o trem'. Sabe o que é isso?
 Era subir rapidinho no trem em movimento. Ele andava bem devagar, é claro, levando pedras da Serra da Cantareira para construir a cidade. Com o tempo seu trajeto se encheu de bairros: Tucuruvi, Jaçanã, Vila Mazzei, Água Fria e mais o que há agora. Lembra aquela música do Adoniran? Tem a ver com esse trem...
 Da escola não gostava tanto. Não era um bom aluno, mas era esperto, vivido. Isso sim. O que acabava ajudando em muitas situações... Em um abrir e fechar dos olhos da memória lá estão a escola, o corre-corre das crianças e todos eles intactos e em plena labuta do dia: Dona Albertina, Dona Isabel, Seu Luís, os professores. Ainda o Seu Peter, o diretor, e Seu Luigi, o servente. Quantas vezes em meio à cópia da lousa, que seguia plena em silêncio e dever, disparava um piscar enviesado para meus companheiros de time. Quebrávamos as pontas dos lápis e com o descaramento e a falsa pretensão de deixarmos todos eles apontadinhos para a letra ficar bem desenhada e bem bonita nas nossas brochuras, lá íamos nós, atrás da porta e com a gilette em punho, armar em cochichos a melhor estratégia para o próximo jogo. Tudo lorota!
 Meio moleque, meio mocinho, sempre dava algum jeito de arranjar um dinheirinho para ir à Voluntários, uma das poucas ruas calçadas do bairro, nas matinês do cine Orion.
 Meu figurino era feito por minha mãe: uma camisa clara, bem limpa e passadinha com ferro de brasa. Com meus colegas ia ver o que estava em cartaz. Bangue-bangue era o melhor. Lembro-me do Buck Jones, do Rin Tin Tin, do Roy Rogers e mais uma porção daqueles bambas do momento. Também me recordo do cine Vogue e de Seu Carvalho, seu dono e operador, que, ao constatar a enorme fila na bilheteria, dizia para nós, garotos, com certo orgulho solene, só haver lugares em pé. Entrávamos mesmo assim. Depois de alguns minutos já tínhamos nossos lugares escolhidos e... sentados. No escurinho do filme começado, queimávamos um barbante malcheiroso que fazia todo mundo desaparecer de nosso lugar preferido. Comédia pura, não é?
 Com o passar dos anos, veio o tempo do trabalho para valer. De aprendiz de químico tornei-me o titular na fábrica de perfumes dos libaneses. Fiz de tudo lá: brilhantina, rouge, pó de arroz, produtos muito usados na época. Veio também o tempo do namoro sério e, com ele, o cinema com sorvete a dois. Minha vida era um filme de aventuras, mais que outra coisa. Tive de vencer muitos obstáculos. E foi um bom tempo assim.
 Construir uma família não é fácil, mas, como se sabe, o amor sempre vence.
 Como nos filmes de amor, acabei me casando em technicolor e em cinemascope, como um galã, com minha Mercedes, mais bonita que Greta Garbo ou qualquer outra estrela de Hollywood. Com ela comecei a frequentar o centro de São Paulo. Íamos de bonde elétrico, descíamos na Praça do Correio e andávamos de braços dados pelos pontos mais elegantes da cidade.
 Misturados aos carros que pertenciam a gente muito rica, estavam os cabriolés, uma espécie de carroça puxada a cavalos... Na Avenida São João estavam os melhores cinemas: o Marabá, o Olido, com seus camarotes e frisas. Quantos filmes! O Canal de Suez, E o Vento Levou!, O Morro dos Ventos Uivantes. Vejo-nos direitinho, como em um musical, indo para a cidade de bonde. O condutor, o Delmiro, mais parecia um bailarino, um Fred Astaire tropical, por conta dos trejeitos, malabarismos de corpo que fazia ao parar, descer, cumprimentar, receber as pessoas, acomodá-las e, enfim, conduzir o bonde.
 Era mais que um motorneiro. Esse era um show à parte!
 Se bem me lembro, o cinema me acompanhou a vida inteira. Isso porque sou do tempo do cinema mudo, veja você, onde os violinos e o piano faziam nossa imaginação ouvir as vozes e sentir as emoções dos artistas que passavam rápidos nas telas. Depois veio o cinema falado e para nós isso era a maior e a melhor invenção. Olhando para o que se passou, constato que fui um bom frequentador das telas. Com chuva ou com sol!
 Até nossa primeira filha, com poucos meses de idade, não impedia nossa diversão preferida! Era nossa figurante proibida. Íamos ao Bom Retiro, ao cine Lux. Lá eu conhecia todo mundo e sentávamos com a menina nos braços bem na última fila, caso precisássemos sair às pressas para acalmar um choro repentino. Assistimos a tantas histórias e nossa menina dormia profundamente. Quase sempre.
 Talvez por conta do trabalho, das exigências da vida, dos cuidados com a família e mesmo com a facilidade da televisão, acabei me dando conta de que fiquei muito tempo sem ir ao cinema. Engraçado, agora que estou praticamente sozinho, em consequência das perdas que a vida nos traz, o cinema volta com toda a força. Não perco quase nada do que passa nos shoppings perto de casa. Tudo é mais confortável, imenso. Mas tudo é mais barulhento, apressado e real demais. Não sobra muito tempo para sonharmos.
 Mesmo assim, quero ir a outros cinemas desta cidade que cresceu e cresce tanto. O jeito é me armar de um celular para que minha filha não fique tão preocupada comigo por causa dessas minhas novas aventuras cinematográficas."
 Quando releio o que está escrito, não sei onde está o que o seu Amalfi me contou e onde está o que projetei de sua vida em mim. Engraçado mesmo! Perdi-me nos labirintos da imaginação, onde o presente e o passado se fundem em um só desenho. A memória brinca com o tempo, como em um filme, como uma criança feliz.


Para cada item abaixo, encontre dez palavras:

1- Monossílabos.
2-Oxítonas.
3- Paroxítonas.
4-Proparoxítonas.

sábado, 5 de março de 2016

terça-feira, 1 de março de 2016

Exercícios de Fonética

  FONTE :


MASIP, Vicente. Fonologia e Ortografia Portuguesas. EPU, 2000.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Fonética Fonologia e Ortografia









Fonte de Pesquisa


MASIP, Vicente. Fonologia e Ortografia Portuguesas. EPU, 2000.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Hino de Caetano de Campos



  • Domingo, 22 de Maio de 2011
    Hino do Caetano de Campos





  • Música de José Ivo e letra de Romão Puiggari





    Salve escola que tanto adoramos,
    salve o templo do bem e do saber
    Em teu seio fecundo esperamos
    A ciência e virtude sorver

    O progresso se funda no ensino
    E no ensino o Brasil se fará
    Mais brilhante será seu destino(bis)
    O futuro da Pátria aqui está(bis)

    De Caetano de Campos tivemos
    Belo exemplo que é o nosso ideal
    Imitando-lhe a vida teremos
    O mais santo e seguro fanal

    E no peito de cada menino
    O Brasil um bom filho terá
    Mais brilhante será seu destino(bis)
    O futuro da Pátria aqui está (bis)

    Salve escola da pátria a esperança
    Tu garantes um belo porvir
    Pois procuras em cada criança
    Novos germes de amor produzir

    E da escola ouviremos o hino
    Que o amor do Brasil cantará
    Mais brilhante será o seu destino( bis)
    O futuro da pátria aqui está (bis)




    Em maio de 2011, encaminhei a partitura do Hino Salve Escola , que havia encontrado no acervo da Escola para o colega Fernando Amaral. Este, por sua vez, encaminhou-a para a ex-aluna do Caetano de Campos, Eliana Fonseca Peranzzetta, casada com o maestro Gilson Peranzzetta. Ambos, que residem no Rio de Janeiro, conseguiram gravar o hino, aqui ressuscitado após mais de 30 anos.

    Fonte:Bplog Escola Caetano de Campos: A escola que mudou o Brasil!

    Alunos da professora Vera -2016

     Pesquisa de Palavras e Expressões do Hino Nacional

    1-Brado.
    2- Clava.
    3-Colosso.
    4-Fúlgidos.
    5-Fulguras.
    6-Garrida.
    7-Gentil.
    8-Idolatrada.
    9-Impávido.
    10-Ipiranga.
    11- Lábaro
    12-Límpido.
    13-Novo Mundo.
    14-Ostentas.
    15-Pátria.
    16-Penhor.
    17-Plácidas.
    18-Resplandece.
    19-Retumbante.
    20-Salve!
    21-Seio
    22-Verde-louro.
    23-Vívido.
    24-Formoso.
    25-Cruzeiro.
    26-Espelha.
    27-Esplêndido.
    28-Flâmula.

    terça-feira, 6 de outubro de 2015

    Versificação:

    1-Números de sílabas ( monossílabos, dissílabos, trissílabos, tetrassílabos, pentassílabos- redondilha menor, hexassílabos, heptassílabos-redondilha maior, octossílabos, eneassílabos, decassílabos-heróicos/sáficos, hendecassílabos, dodecassílabos-alexandrinos;

    2-Ritmo de um verso ou de um poema, deve-se à distribuição das sílabas átonas e tônicas- binário, ternário, cumulativo ou  quaternário, crescente, livre;

    3-Rima:

    a-Disposição :emparelhadas AABB, alternadas- cruzadas ABAB,opostas, ou enlaçadas, ou interpoladas ABBA ,misturadas, brancas,

    b-Som: perfeita e imperfeita , toante, apenas a vogal tônica rima e soante, rima com os mesmos sons a partir da última vogal tônica.

    c-Valor: Rica( classes gramaticais diferentes), Pobre ( classes gramaticais iguais), Rara ( é difícil de encontrar uma palavra para rimar ), preciosa (Mais de duas classes gramaticais).

    4-Estrofe: monóstico, dístico, terceto, quarteto ou quadra, quintilha, sextilha, septilha ou setilha, oitava,nona ( rara), décima.;

    5-Soneto: composto por dois quartetos e dois tercetos.

    Hino Nacional Brasileiro

    Projeto do 4º bimestre


    OBJETIVOS: Resgatar sentimentos nacionais por meio da análise textual e produção de textos; desenvolver habilidade de compreensão da letra do Hino por meio da pesquisa de palavras desconhecidas e do seu valor estilístico:ordem direta e inversa; refletir sobre o jogo do eu  x a imagem do Hino - Cidadania; Desenvolver habilidades cognitivas, sociais e emocionais para obstruírem os muros que impedem a  compreensão do Hino.


    PÚBLICO- ALVO: alunos da Caetano de Campos:7º Ano A, 7ª série A, 2A,B,C,D do Ensino Médio.                 .

    PROCEDIMENTOS: Pesquisa de vocábulos desconhecidos, Figuras de linguagem , rimas, métrica...

    HINO NACIONAL

    Hino Nacional -Terceira Versão - MATERIAL DE APOIO - PDL

    Terceira Versão (simplificada)
    I
    Nas margens tranqüilas do riacho Ipiranga
    se ouviu
    Um grito muito forte de um povo heróico ,
    E, nesse instante,
    O sol da liberdade brilhou no céu do Brasil,
    Com seus raios muito cintilantes.

    Nós conseguimos conquistar, com muitas lutas,
    A garantia de sermos iguais aos outros.
    Ó Liberdade,
    Desafiamos a própria morte
    Quando estamos junto a ti.

    Viva! Viva!
    País amado e adorado.

    Brasil, um sonho forte, como um raio muito luminoso,
    De amor e de esperança desce à terra,
    Se a imagem das estrelas do Cruzeiro do Sul,
    Brilha em teu céu bonito, risonho e claro.

    Pela sua própria natureza és um gigante,
    Gigante corajoso, és belo, és forte,
    E o teu futuro vai ser grande como tu.

    Brasil ,Pátria querida,
    Entre tantas outras nações,
    Tu és a mais adorada.

    Brasil, Pátria amada,
    És a mãe querida dos filhos
    Que nasceram aqui!

    II
    Localizado para sempre em
    terras magníficas,
    Banhado por um oceano e pela
    luz de um céu imenso,
    Brilhas, Brasil, jóia das
    Américas, Iluminado com o sol deste
    Continente.

    Teus campos, risonhos e
    lindos,
    Têm mais flores do que a terra
    mais enfeitada.
    Nossas florestas têm mais vida.
    Nossa vida mais amores,
    Quando estamos junto de ti.

    Viva! Viva!
    País amado e adorado.

    Brasil, que a tua bandeira estrelada
    Seja um símbolo de amor eterno!
    E que o verde-amarelo desta bandeira diga:
    "Nós temos glórias no passado e no futuro teremos paz".

    Mas se levantares a arma forte da justiça,
    Verás que um brasileiro não foge de uma luta!
    E quem te adora não tem medo nem da morte.

    Brasil , Pátria querida,
    Entre tantas outras nações,
    Tu és a mais adorada.

    Brasil, Pátria amada,
    És a mãe querida dos filhos
    Que nasceram aqui!

    Por: Prof. Eduardo Fernandes Paes



    MATERIAL PRODUZIDO PELA PROFª DRª VERA LÚCIA GRANDO:

    Perguntas  sobre  a Linguagem figurada presente no Hino Nacional.


    “ Para produzir imagens, os poetas recorrem à linguagem figurada, a modos de dizer que chamamos de figuras de estilo.” “É comum  o poeta usar certos modos especiais de dizer, as figuras de estilo, conhecidas também como figuras de linguagem, figuras retóricas, ou ainda tropos, termo derivado do grego, tropos, ‘giro’, ‘mudança’.”(Mutirão da Cidadania, SE,2002)


    1-      Assinale a resposta correta. Joaquim Osório  Duque Estrada, ao escrever  que as margens de um riacho ouviram brado retumbante :
    a-      Criou uma imagem distorcida dos fatos.
    b-      Elaborou um novo modo de interpretar.
    c-      Criou uma imagem poética.

    2-      Assinale a incorreta. Em ouviram do Ipiranga as margens plácidas:
    a-      Ocorre a figura de estilo inversão.
    b-      Ocorre a  prosopopéia, chamada também de metagoge  ou personificação.
    c-      Ocorre a anástrofe, inversão especial em do Ipiranga as margens plácidas.
    d-     Ocorre a onomatopéia.

          3-Em De um povo heróico o brado retumbante, pode-se afirmar:
          
    I-                   O grito “ Independência ou Morte! pode ter sido de fato um brado, no sentido literal.
    II-                A Independência do Brasil produziu efeito/repercutiu  longe, no Brasil, em Portugal e em outros países.

    a-      Está correta somente I.
    b-      Está correta somente II.
    c-      Estão corretas I e II.
    d-     N.d.a.


    4-E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
    Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

    Coloque Verdadeiro ou Falso:

    (  ) Com a Independência nada mudaria no Brasil.
    (  ) Com a Independência os brasileiros iriam trabalhar para produzir o que lhes interessava.
    (   ) Com a Independência, o Brasil iria viver nova fase histórica, tão diferente da anterior quanto o dia difere da noite.
    (   ) Há a comparação de libertação com o prodigioso e instantâneo rebrilho do sol.

    5-Se o penhor desta igualdade
    Conseguimos conquistar com braço forte.
     
    Escolha as alternativas corretas:

    a-      O Brasil conseguiu facilmente vencer as tropas portuguesas.
    b-     O Brasil precisou lutar com armas para conseguir a igualdade.
    c-       Forças brasileiras derrotaram tropas portuguesas que ainda tentariam , por algum tempo, restabelecer o domínio colonial depois de proclamada a independência.
    d-     N.d.a.


    6-Em teu seio, ó  Liberdade,
    Desafia o nosso peito a própria morte!

    Escolha as alternativas corretas:

    a-      Ocorre a anástrofe.
    b-      Ocorrem a apóstrofe e a personificação.
    c-      Ocorre  somente  a apóstrofe, expressão vocativa.
    d-     N.d.a

    7-Ó  Pátria amada,
    Idolatrada,
    Salve! Salve!

    Aponte a apóstrofe:_____________
      

    8-Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
    De amor e de esperança à terra desce,
    Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
    A imagem do Cruzeiro resplandece.


    Assinale a correta:
    I-Esta estrofe tem sido interpretada como referência à tradição cristã da nação brasileira.
                      II-A colonização portuguesa passou ao povo brasileiro a conjugação de dois sentimentos poderosos, de nacionalidade e religião.
    III-O Cruzeiro do Sul não pode  ser visto na maior parte do hemisfério norte, nem em lugar algum da Europa. Por isto, essa notável constelação representa a diferença mais evidente entre o céu do Brasil e de Portugal.
    a-      Todas estão corretas.
    b-      Todas estão erradas.
      
    9-Gigante pela própria natureza,
        És belo, és forte, impávido colosso,
        E o teu futuro espelha essa grandeza.

    Nesse trecho ocorre a repetição de uma idéia, gigante e colosso. A esse estilo de linguagem dá-se o nome de __________________.


    10-Terra adorada,
       Entre outras mil,
       És tu, Brasil,
       Ó Pátria amada!

    Assinale as alternativas corretas:

    a-      A palavra mil  sugere o exagero, a hipérbole.
    b-      Em terra adorada, ocorre a hipérbole, significando  país amado.
    c-      O uso da palavra terra no lugar de país produz a figura metonímia.
    d-     Todas as afirmações estão incorretas.


    11-Dos filhos deste solo és mãe gentil,
         Pátria amada,
         Brasil!

    Não é correto afirmar:
    a-      O termo Pátria provém do latim , pátria, que por sua vez é elipse da expressão terra pátria.
    b-      O termo pátria sugere a idéia de tradição.
    c-      O termo pátria  é a herança do território nacional, mas não é de todo patrimônio cultural.

    12- Deitado eternamente em berço esplêndido,
          Ao som do mar e à luz do céu profundo,
          Fulguras, ó Brasil, florão da América,
          Iluminado ao sol do Novo mundo!
      
      Coloque V para verdadeiro e F para falso:

    (  ) Estes versos não comentam a vantajosa situação geográfica do Brasil.
    (  ) O Berço esplêndido refere-se á vasta região do território brasileiro.
    (  ) O Brasil não tem acesso as riquezas marinhas.
    (  ) `A luz do céu profundo é referência à latitude do país.
    (  ) O sol dos trópicos favorece abundância e diversidade nas formas de vida vegetal e animal.


    13-
    Do que a terra mais garrida
    Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;
    Nossos bosques têm mais vida,
    Nossa vida no teu seio mais amores.

    O trecho acima exprime a idéia de coletivo, os brasileiros tem uma vida mais rica em afeto. A palavra Pátria aparece personificada. Ocorre intertextualidade com um autor do período romântico,____________________ o qual  escreveu o poema romântico “ Canção do Exílio”, em 1843 .

    14-
    Brasil, de amor eterno seja símbolo
    O lábaro que ostentas estrelado,
    E diga o verde-louro dessa flâmula
    Paz no futuro e glória no passado.


     O poema exorta a que se veja símbolo de amor perpétuo na Bandeira do Brasil.O conjunto verde-amarelo deve lembrais dois sentimentos: ___________ do passado glorioso e desejo sincero de viver em _______ com outras nações.

    15- Como você interpreta a estrofe abaixo:
    Mas, se ergues da justiça a clava forte,
    verás que um filho teu não foge à luta,
    Nem teme, que te adora a própria morte.


    R:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    Para Pesquisar  e entregar para avaliação:

    1-Francisco Manuel da Silva.

    Data de Nascimento:
    Data de Falecimento:
    Data   da composição da música do Hino:
    Obra mais importante:
    Campo de Atuação:


    2-Joaquim Osório Duque Estrada.


    Data de Nascimento:
    Data de Falecimento:
    Data   da composição da letra do Hino:
    Obra mais importante:
    Campo de Atuação:

    3- Os autores da letra e da música do Hino viveram a mesma época, participaram do mesmo contexto social?


     Pesquisa de Palavras e Expressões do Hino

    1-Brado.
    2- Clava.
    3-Colosso.
    4-Fúlgidos.
    5-Fulguras.
    6-Garrida.
    7-Gentil.
    8-Idolatrada.
    9-Impávido.
    10-Ipiranga.
    11- Lábaro
    12-Límpido.
    13-Novo Mundo.
    14-Ostentas.
    15-Pátria.
    16-Penhor.
    17-Plácidas.
    18-Resplandece.
    19-Retumbante.
    20-Salve!
    21-Seio
    22-Verde-louro.
    23-Vívido.
    24-Idolatrada.
    25-Cruzeiro.
    26-Espelha.
    27-Esplêndido.
    28-Flâmula.
    29- Formoso.


    RIMAS


    Analise as rimas em cada estrofe do Hino em relação à:

    a) Disposição.
    b) Valor.
    c) Som/ tonicidade.


    1- 
    ...plácidas.
    ...retumbante,
    ...fúlgidos,
    ...instante.

    2-
    ...igualdade
    ...forte,
    ...liberdade,
    ...morte!

    3-
    ...vivido 
    ...desce,
    ...límpido,
    ...resplandece.

    4-
    ...natureza,
    ...colosso,
    ...grandeza.

    5-
    ...adorada,
    ...mil,
    ...Brasil,
    ...amada

    6-
    ...gentil,
    ...amada,
    ...Brasil

    7-
    ...esplêndido,
    ...profundo,
    ...América,
    ...Mundo!

    8-
    ...garrida
    ...flores;
    ...vida,
    ...amores.

    9-
    ...amada,
    Idolatrada,
    Salve!Salve!

    10-
    ...símbolo
    ...estrelado,
    ...flâmula
    ...passado.


    11- 
    ...forte,
    ...luta,
    ...morte.

    ESTROFES

    1- Quantas estrofes há no Hino Nacional?

    2- Quantos estribilhos diferentes há no Hino?

    3- Quantas vezes cada estribilho se repete?

    4- Classifique as estrofes quanto ao número de versos.



    MÉTRICA

    1- Quantos são os versos que compõem o Hino Nacional?

    2-Classifique cada verso quanto ao número de sílabas poéticas.

    3- Observe se os versos metrificados e constate se há um ritmo em cada verso ou na estrofe ou se não há ritmo.

    segunda-feira, 5 de outubro de 2015

    A cor do Paraíso- Filme

    Material elaborado pela Professora   Vera Lúcia Grando

    Alunos da 7ª série A e 7º Ano A.




    Assista ao filme e elabore uma resenha.

    Passos para a resenha.


    Título:

    1º Parágrafo- O que você achou sobre o filme?

    2º Parágrafo- Faça um pequeno resumo sobre o enredo do filme.

    3º Parágrafo- Aponte as características positivas do filme( personagens, paisagem, tempo, figurino...)

    4º Parágrafo- Aponte características negativas ou diferentes que apresentou no parágrafo anterior.

    5º  Parágrafo- Apresente uma solução para problemas relacionados à cegueira.

    6º Coclua com um pensamento sobre tudo o que você redigiu.



    Resenha : O Cortiço

    Material elaborado pela Professora Vera Lúcia Grando


    Após a Leitura do Livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo, faça uma resenha desse material estudado em classe durante o ano letivo de 2015.

    Passos para redação da resenha:

    1º Parágrafo: Elabore a sua tese, pensamento sobre o livro.

    2º Parágrafo: Faça um breve resumo do enredo do livro.

    3º Parágrafo : Aponte características positivas a respeito do conteúdo do enredo, da época da escrita, das personagens, dos traços culturais apresentados....

    4º Parágrafo: Aponte características negativas, ou contrárias,  ou diferentes  abordados por você no parágrafo anterior.

    5º Parágrafo: Sugira soluções, ou estratégias de mudança para os problemas apontados na época e que persistem na atualidade.

    6º prarágrafo: Conclua o seu texto, ou resumindo tudo que escreveu nos parágrafos anteriores, ou deixando em aberto, ou crie um novo pensamento.

    PROJETO DE LEITURA- 2016


    ESCOLA ESTADUAL CAETANO DE CAMPOS - ACLIMAÇÃO

    PROJETO DE LEITURA- 2016

    PROFESSORA DR.ª VERA LÚCIA GRANDO



    OBJETIVOS:O Projeto de Leitura-2016, na Escola Caetano de Campos, há como objetivo em relação aos alunos da escola:

    .Fluência na leitura.

    .Enriquecimento de vocabulário.

    .Contato com o desconhecido, com o que não faz parte do cotidiano

    .Despertar o gosto, o hábito de leitura do leitor .

    . Fazer pontes com as  diversas áreas do conhecimento.

    .Enfrentamento, perder o medo e a timidez no ato de leitura.

    .Saber ouvir o outro a ler.

    .Fazer fazer leitura em voz alta.

    .Discutir e argumentar temas.

    .Interação entre alunos.

    . Interdisciplinaridade.

    . Obter pontos para composição das notas bimestrais.



    SUJEITOS: Ensino  Fundamental : 7 ano B, 8ano A. Ensino Médio: 1 A, 1B, 1C, 1D.

    MATERIAL: Foram eleitos livros da Biblioteca da Escola Caetano de Campos, tais como:

    . História Diversas de Monteiro Lobato (7B).

    . Mil e uma Noites, Contos Árabes, trad. Ferreira Gullar ( 7B, 8 A).

    .Calvin e Haroldo , Os Dias Estão Todos Ocupados,de WATTERSON, Bill.   ( 7B)

    .Várias Histórias, Machado de Assis ( 1 A, 1B, 1C, 1D).

    . A Hora da Estrela , Clarice Lispector ( 1B)

    . Dicionários e Enciclopédias .

    . Internet.

    METODOLOGIA: A sala de Leitura da escola serviu de apoio de encontros  com os alunos sujeitos. Lá com o apoio de Rosane Esteves, Profª da Sala de Leitura, foram feitas as leituras junto aos alunos semanalmente, no período da manhã, às terças-feiras e no período da tarde, geralmente às sextas-feiras.

    Foram utilizadas várias técnicas para o ato da leitura: compartilhada, a professora lia para os alunos que ainda não dominam a alfabetização repetirem, escolha entre os pares desde que todos fossem chamados para ler, escolha pela professora, um aluno escolhe  outro de sexo oposto ao seu.

    Havia um preparo anterior ou posterior da leitura em relação aos livros , muitas palavras foram pesquisadas na Sala de Leitura, em classe, ou em casa para facilitar a compreensão dos textos lidos.

    Ao final da leitura de contos ou partes dos livros, houve muitas vezes debates sobre os temas apresentados com o intuito de desenvolver a oralidade, a argumentação, a observação, a interação entre os alunos.

    Resultados:

    A-    Das dificuldades:

    1-      Indisciplina, conversa entre alunos, agressões verbais entre alunos e às vezes, ao se dirigirem ao professor, recusa de ler ;

    2-      Alguns alunos não leem sem que a professora leia antes um trecho para eles repetirem. Foram observados que de quatro alunos da 7B que precisavam dessa técnica , todos superaram essa dificuldade e agora todos leem fluentemente. Já no 8º ano A, havia dez alunos com a mesma dificuldade, todavia cinco leem no momento com mais fluência. No Ensino Médio, apenas três alunos necessitavam dessa técnica, mas atualmente há apenas um.

    B-    Das Palavras desconhecidas

    Foram pesquisadas até o presente momento 458 palavras nos livros lidos, sendo que 259 são de Várias Histórias ,de Machada de Assis,100 palavras são de Histórias Diversas, de Monteiro Lobato,49 palavras pertencem ao livro Hora da Estrela, de Clarice Lispector e 40 palavras de Mil e uma Noites, trad. De Ferreira Gullar,10 palavras de Calvin e Haroldo.



    Comentários:

    É notório que houve um enriquecimento vocabular dos alunos que passaram pelo processo de leitura e pesquisa, entretanto, observa-se que na média de seis turmas , em um total de 210 alunos, dezessete alunos apresentaram mais dificuldade no ato de leitura , fator que é relevante no momento da execução de provas como APP- Aprendizagem em Processo e demais avaliações executadas em classe, pois esses alunos não conseguem ler sozinhos textos longos.

    Vale lembrar que o comportamento do aluno influi na aprendizagem, uma vez que muitos estão mais preocupados em observar o que há no celular que seguir o texto na íntegra e que nem sempre são os mesmos alunos que se recusam a ler, depende dos humores, e das vontades deles no momento da leitura e do interesse pela nota bimestral.

    Essa prática de leitura no meio escolar é vital para que o aluno perceba que nada é isolado, que as histórias podem enriquecer o seu  conhecimento, possibilita soluções internas, psicológicas por identificação com os problemas encontrados nos textos , principalmente quando ocorrem discussões em final de leitura de contos. Também  o aluno tem oportunidade de obter contato com realidades que fogem à sua  e fazer pontes entre as várias disciplinas estudadas na escola.

    O sétimo ano-7B  é a classe que mais rendeu em leitura, pois terminaram Histórias Diversas, mas continuam lendo Calvin e Haroldo e Mil e uma Noites.

    O 8oitavo ano- 8 A – leu 131 páginas até o momento, apresenta uma turma com mais dificuldades de leitura.

    No Ensino Médio – 1 A,C,D leram oitenta páginas até o momento de Várias Histórias.Já o 1B terminou de ler Várias Histórias e leem no momento A Hora da Estrela.                   ]



    REFERÊNCIAS



    ASSIS, Machado. Várias Histórias. Clássicos. São Paulo, Escala Educacional,2008.

    GULLAR, Ferreira. As mil e uma noites. Trad. Ferreira Gullar, Rio de Janeiro, Renan , 2010.

    LISPECTOR,Clarice.A Hora da Estrela.Rio de Janeiro, Rocco, 1998.

     LOBATO,Monteiro. Histórias Diversas.Ilustrações Elisabeth Teixeira, São Paulo, Globo,  2011.

    WATTERSON, Bill. Os Dias Estão Todos Ocupados, As Aventuras de Calvin e Haroldo. Tradução de Alexandre Boide. Ed. Abril, 2011