sexta-feira, 6 de maio de 2011

Anunciação- Cecília Meireles 1D




Estes trabalhos foram desenvolvidos durante o primeiro bimestre de 2011, na Escola Estadual Caetano de Campos- Aclimação, pelos alunos da Profª Drª Vera Lúcia Grando.
Inicialmente a professora passou os conceitos e tabelas de Fonética e Fonologia, paralelamente aos conteúdos de cadernos de alunos e livros didáticos.
Depois de fazer em classe exercícios, apresentou poesias de Cecília Meireles aos alunos para que eles aplicassem os conceitos desenvolvidos ao longo do bimestre, dando-lhes tempo suficiente para que se preparassem para uma prova. Orientou-os sobre os possíveis itens que cairiam na prova e como deveriam estudá-los.
Após corrigir as provas individuais, a professora devolveu-as e solicitou-lhes que formassem grupos, corrigissem os seus erros e confrontassem as provas e as transformassem em um trabalho de grupo para o segundo bimestre a ser publicado no blog e complementado com novos estudos e conceitos até culminar a mostra de 2011 da escola.








Eis os trabalhos:








Anunciação





Toca essa música de seda , frouxa e trêmula,



Que apenas embala a noite e balança as estrelas noite mar ,



Do fundo da escuridão nascem vagos navios de ouro,



Com as mãos de esquecidos corpos quase desmanchados no vento.



E o vento bate nas cordas e estremecem as velas épocas,



E a água derrete um brilho fino , que em si mesmo logo se perde.



Toca essa música de seda , entre areias e nuvens e espumas



Os remos pararão no meio da onda , entre os peixes suspensos



E as cordas partidas andarão pelos ares dançando à toa.



Cessará essa música de sombra que apenas indica valores de ar.



Não haverá mais nossa vida , talvez não haja nem o pó que fomos.



E a memória de todo desmanchará suas dunas desertas .



E em navios novos homens eternos navegarão .



(Cecília Meireles. Antologia Poética)





Alexandre Gil
Igor Gomes
Leonilson Sabino Grigorio
Lucas Eduardo Reis Lima






Exercícios

Complete a tabela abaixo:

Encontre palavras no texto com sons:

a-Consoante constritiva lateral- velas-/l/
b-Consoante nasal- música- /m/
c-Consoante bilabial, oclusiva, oral- /p/
d-Consoante constritivo vibrante simples-memória- /r/
e-Consoante constritiva fricativa- fino- /f/
f-Consoante linguodental surda - entre -/t/
g-Vogal, oral, baixa- haverá- /a/
h-Vogal, oral reduzida- tudo- /o/
i-Vogal nasal media-onda- /õ/
j- Vogal oral aberta- bate-/a/



2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.

E o vento bate nas cordas.

R: Vento ; sujeito simples


3- Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.

R: Os remos pararão.
Verbo
Concordância - parar algo, ou tempo, concorda com o núcleo do sujeito remos .





4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.

R: Causou-nos melancolia.

5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa.

a= Os remos pararão no meio da onda, entre os peixes suspensos.

b= Toca essa música de seda, entre areia e nuvens.



Amanda Ie




Jheniffer Gomes de Castilho Silva




Lucas da Silva Macedo




Nathalia Santos da Silva




Rafaela de Angelis Batista de Andrade














1)Complete a tabela abaixo :





Encontre palavras no texto com sons :

Escreva a palavra e circule as letras que representam os sons
a-Consoantes constritiva lateral
Logo- /l/ , brilho- /lh/
b-Consoante nasal
Fundo- /n/ , vento- /n/
c-Consoante bilabial , oclusiva , oral
balança- /b/, bate-/b/
d-Consoante constritivo vibrante simples
Entre- /r/, pararão- /r/
e-Consoante constritiva fricativa
Fino- /f/ , fomos- /f/
f-Consoante linguodental surda
Bate- /t/ , derrete- /t/
g-Vogal , oral , baixa
onda- /a/ , a - /a/
h-Vogal , oral , reduzida
Mesmo- /o/ , esquecido- /o/
i-Vogal nasal media
Remos- /o/ , onda-/õ
j-vogal oral aberta
Música- /a/ , pó- /o/









2)Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.








R: E a memória de todo desmanchará suas dunas desertas





E em navios novos homens eternos navegarão .








3)Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.








R: Na frase toca essa música de seda , frouxa e trêmula, ele tem foco na palavra seda que quer dizer que a música é doce e suave e como um pano de seda no corpo .O verbo concorda com o núcleo do0 sujeito "música".







4)Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.







R: Causaram-me melancolia como num dia ensolarado , sem uma noite sem estrelas , onde a lua só pudesse ser vista pelo reflexo do mar , pois as nuvens a cobriram impedindo de ser admirada pelos sonhadores que viajam em sua própria fantasia sonhando com nada mais, nada menos que com a liberdade de conhecer novos mares , e se libertar de lembranças de antigos mares que nunca os libertarão.







5)Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa .







R: Toca essa música de seda , entre areias e nuvens e espumas .




Os remos pararão no meio da onda , entre os peixes suspensos e as cordas partidas andarão pelos ares dançando à toa.










Camila S. Silva




Janaina K. toledo




Luana R. da Silva




Lucas S. Santos
























Complete a tabela abaixo:



Encontra palavras no texto com sons:
Escreva a palavra e circule as letras que representam os sons
a-consoante constritiva lateral
embula-/l/
b-consoante nasal
fundo-/n/
c-consoante bilabial, oclusiva, oral
balança- /b/
d-consoante constritiva vibrante simples
entre-/r/
e-consoante constritiva fricativa
haja- /j/
f-consoante linguodental surda
bate-/t/
g-vogal, oral, baixa
água- /a/
h-vogal, oral, reduzida
novos- /o/
i-vogal nasal media-onda-/õ/
j-vogal oral aberta
abre-/a/










2-Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.








Toca essa música de seda. Sujeito – simples.








3- Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.








Do fundo da escuridão nascem vagos navios de ouro.







Nascem o que do fundo da escuridão ? vagos navios de ouro.




O verbo concorda com o número do núcleo do sujeito = navios ( 3ª pessoa do plural)




4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.







Os sons do poema junto com o conteúdo, trazem-me um ar de solidão, medo , tristeza.







-transcreva os sons das frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa .




[ VS remus pararâw vn mejw da ôda étri vs pejsis suspésus.]










O remos pararam no meio da onda entre os peixes suspensos.







b [ toka esa muzika ali seda, étri orejos e nuvés i espumas .]










toca essa música de seda, entre areias e nuves e espumas.








São Paulo, 29 , abril de 2011





Henrique Nunes




Ícaro Braga




Lucas Pereira da Silva




Mchael Conceição





Encontre palavras no texto com sons:creva a palavra e circule as letras que representam os sons:




A- Consoante constritiva lateral- brilho- /lh/



B- Consonante nasal -vento- /n/



C- Consoante bilabial, oclusiva, oral- bate-/b/



D-Consoante constritiva vibrante simples- pararão- /r/



E-Consoante constritiva fricativa- fomos- /f/



F-Consoante linguodental surda -derrete- /t/



G-Vogal,oral,baixa- a - /a/



H-Vogal,oral,reduzida- esquecido- /o/



I – Vogal nasal média -onda-/õ/



J-Vogal oral aberta -pó- /o/



2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.



Resposta: Toca essa música de seda, frouxa e trêmula ---



Sujeito simples: "essa música de seda

3- Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.



Resposta: Os remos pararam no meio da onda, entre os peixes suspensos ---



sujeito simples: os remos



/ Verbo : pararam (concorda com o núcleo do sujeito simples)



4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.



Resposta: São efeitos que causam som e movimentos.



São palavras que fazem o som sair pelo nariz e a movimentação dos lábios e língua.



Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da Língua Portuguesa.




Resposta: A) Os remos pararam no meio da onda,entre os peixes suspensos.




B) Toca essa música de seda, frouxa e trêmula.










Juliana Mari Tuponi

Krystal Reistam

Medelyn de Sousa Coutinho

Wendel Cesar Barbosa de Matos

1- Complete a tabela abaixo:

Encontre palavras no texto com sons:

Escreva a palavra e circule as letras que representam sons:

a) Consoante lateral oclusiva

Embala

b) Consoante nasal

Fundo

c) Consoante bilabial, oclusiva, oral

Estremecem, balança

d) Consoante constritivo vibrante simples

Entre

e) Consoante constritiva fricativa

Fino

f) Consoante linguodental surda

Bate

g) Vogal, oral, baixa

Escuridão

h) Vogal, oral, reduzida

Mesmo

i) Vogal nasal média

Remos

j) Vogal oral aberta

Música

2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique- o.

Os remos pararão no meio da onde entre os peixes suspensos

Sujeito: remos

Classificação: Simples

3- Aponte um verbo e explique a concordância com o núcleo do sujeito.

Verbo: pararão

Concordância: ação futura ao sujeito da frase. Concorda com o sujeito.

4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.
Causaram-me uma certa “dureza”, pois, os sons são um tanto secos.

5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa.

a) [us remus pararâw nu muju de õda etri us pejsis/suspesus]

Os homens pararão no meio da onda entre os peixes suspensos

b) [toka esa muzika di seda, etri arejas e nuves i espumas]

Toca essa música de seda, entre areias e nuvens e espumas.






MICHELLE FELIX DE ABREU


NATHALIA SANTANA
PRISCILA REBECA

1- Complete a tabela abaixo:



Encontre palavras no texto com sons: Escreva a palavra e circule as letras que representam sons:



a) Consoante lateral oclusiva- Logo- /l/



b) Consoante nasal- Fundo- /n/



c) Consoante bilabial, oclusiva, oral- balança- /b/



d) Consoante constritivo vibrante simples -Entre- /r/



e) Consoante constritiva fricativa - Fino- /f/



f) Consoante linguodental surda -Bate- /t/



g) Vogal, oral, baixa- onda- /a/



h) Vogal, oral, reduzida - Mesmo- /o/



i) Vogal nasal média -Remos- /o/



j) Vogal oral aberta Música- /a/



2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique- o.



Os remos pararão no meio da onda, entre os peixes suspensos



Sujeito:Os remos



Classificação: Simples



Aponte um verbo e explique a concordância com o sujeito.



Verbo: pararão

Concordância: ação futura ao sujeito da frase, concorda com o núcleo do sujeito que está no plural.


4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.

Quando eu leio esse texto, dá sensação de descanso, de reflexão.


5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa.
a) [us remus pararâw nu mejw da õda etri us pejsis/suspesus]
Os remos pararão no meio da onda entre os peixes suspensos
b) [toka esa muzika di seda, etri arejas e nuves i espumas]
toca essa música de seda, entre areias e espumas.
Léia Ribeiro de Sousa



Aponte o sujeito em uma frase e classifique- o.




Os remos pararão no meio da onde entre os peixes suspensos




Sujeito: Os remos




Classificação: Simples










3- Aponte um verbo e explique a concordância com o sujeito.



Verbo: pararão




Concordância: ação futura ao sujeito da frase , concorda com o núcleo do sujeito.










4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.
O poema me remete a idéia que a autora tenta transmitir, um lugar mágico em que muitas coisas acontecem. Talvez este espaço seja só fruto da imaginação da escritora, ou até mesmo este lugar exista; mas lendo o poema é que conseguimos imaginar e até mesmo criar o local, dando a ele vida.










5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa.



a-[us remus pararâw nu muju de õda etri us pejsis/suspesus]



Os homens pararão no meio da onda entre os peixes suspensob) [toka esa muzika di seda, etri arejas e nuves i espumas]



toca essa música de seda, entre areias e nuvens e espumas.

































































Noite- Cecília Meireles- 1B

Estes trabalhos foram desenvolvidos durante o primeiro bimestre de 2011, na Escola Estadual Caetano de Campos- Aclimação, pelos alunos da Profª Drª Vera Lúcia Grando.




Inicialmente, a professora passou os conceitos e tabelas de Fonética e Fonologia, paralelamente aos conteúdos de cadernos de alunos e livros didáticos.




Depois de fazer em classe exercícios, apresentou poesias de Cecília Meireles aos alunos para que eles aplicassem os conceitos desenvolvidos ao longo do bimestre, dando-lhes tempo suficiente para que se preparassem para uma prova. Orientou-os sobre os possíveis itens que cairiam na prova e como deveriam estudá-los.







Após corrigir as provas individuais, a professora devolveu-as e solicitou-lhes que formassem grupos, corrigissem os seus erros e confrontassem as provas e as transformassem em um trabalho de grupo para o segundo bimestre a ser publicado no blog e complementado com novos estudos e conceitos até culminar a mostra de 2011 da escola.







Eis os trabalhos:










1B







Noite










Úmido gosto da terra,




cheiro de pedra lavada,




- tempo inseguro do tempo!-




sombra do flanco da serra,




nua e fria, sem mais nada.







Brilho das areias pisadas,




sabor de folhas mordidas,




-lábio da voz sem ventura!-




suspiro das madrugadas




sem coisas acontecidas.










A noite abria a frescura




dos campos todos molhados,




-sozinha, com o seu perfume!-




preparando a flor mais pura




com ares de todos os lados.







Bem que a vida estava quieta.




Mas passava o pensamento...




- de onde vinha aquela música?




E era uma nuvem repleta,




entre as estrelas e o vento.















Bruna Araujo

Caroline Arcanjo

Cintía

Gustavo

Matheus

Rafaella


1-Encontre palavras no texto com sons solicitados abaixo. Escreva a palavra e circule as letras que representam os sons.

a- Consoante constritiva lateral

Resp: Flanco-L

b- Consoante nasal

Resp: Pensamento- N, M

c- Consoante bilabial, oclusiva , oral

Resp: pura- /p/

d- Consoante constritiva vibrante

simples Resp: Brilho-R

e- Consoante constritiva fricativa

Resp: Ventura-V

f- Consoante linguodental surda

Resp: Ventura- T

g- Vogal,oral,baixa

Resp: Areias- A

h- Vogal, oral, reduzida

Resp: Gosto- o

i- Vogal nasal média

Resp: onde-õ

j- Vogal oral aberta

Resp: Abria-A

2-Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.

Resp: Noite, simples.

3-Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.

Resp: A vida estava quieta. O verbo estar concorda com o núcleo do sujeito: vida

4-Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.

Resp: A maioria dos sons rimam ao término do verso ou da estrofe.

5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da Língua Portuguesa.

Resp: A: A noite abria a frescura dos campos todos molhados.

Resp: B: Bem que a vida está quieta, mas passava o pensamento.







Bruna Dantas Cintra




Eduardo Alves




Jorge dos Santos Barros




Juliana Leôncio Moliani




Laís Rodrigues da Silva




Rodrigo Carlos Santana




1-Complete a Tabela abaixo :




Encontre as palavras no texto :

a- Consoante constritiva lateral -Brilho-/lh/
b- Consoante nasal-noite- /n/
c- Cansoante bilabial, oclusiva, oral - Perfume- /p/
d- Consoante constritivo vibrante simples - cheiro-/r/
e- Consoante constritiva fricativa -Sozinha- /S/
f- Consoante linguodental surda -Ventura-/t/
g- Vofal, oral, baixa -/a/
h- Vogal, oral, reduzida-tempo-/o/
i- Vogal nasal média -acontecidas-/õ/
j- Vogal oral aberta - /a/


2- aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.
Resposta : A noite abria a frescura .
-sujeito simples

3-Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.
Resposta: A noite abria a frescura .
- verbo de concordância com o sujeito

4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram
Resposta: Achamos que o poema mostra um ar de tranquilidade, sem preocupações com o mundo de mundo de fora . O texto também fala sobre cheiros, arômas que nos mostra a clareza dos gestos, movimentos e objetos.

5- Transcreva as frase fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da Língua Portuguesa :

a) [A nojtsi abria a freskura dus kãpus todus mohados]
Resposta : A noite abria a fresncura dos campos todos molhados

b) [Bej kia vida istava kieta Mas pasava o pensamêntu]
Resposta : Bem que a vida quieta. Mas passava o pensamento.







Caroline Arcanjo dos Reis
Cássia Crispim da Silva
Jean Farias da Silva

1 - Complete a tabela abaixo:

Encontre palavras no texto com sons: Escreva a palavra e circule as letras que representam os sons
a) Consoante constritiva lateral completa - (l)
b) Consoante nasal Perfume - (m)
c) Consoante bilabial, oclusiva, oral abria- (b)
d) Consoante constritivo vibrante simples abria- (r)
e) Consoante constritiva fricativa fria- (f)
f) Consoante linguodental surda repleta (t)
g) Vogal, oral, baixa Nua (a), Fria (a)
h) Vogal, oral, reduzida vento (o)
i) Vogal nasal média Com (om)
j) Vogal oral aberta A (a), o (o)

2 - Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.

A noite abria a frescura.
A noite - (sujeito); Abria (verbo - passado)

3 - Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.

A noite abria a frescura.
Abria (verbo - passado, concorda com o sujeito)

4 - Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.

---------------------------------------------------------------------

5 - Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da Língua Portuguesa.

a) [A nojtsi abria a freskura dus kãpus todus moladas]
A noite abria a frescura dos campos todos molhados

b) [Bej ki a vida istava kieta mas pasava o pesametu]
Bem que a vida estava quieta mas passava o pensamento.
















EdlâniaPereira de Souza
Liamar Érika Morioka
Pamela Soares
Veronica Meri







1- Complete a tabela abaixo:




a- consoante constritiva lateral: l




b-consoante nasal: n, m




c-consoante bilabial, oclusiva, oral: p, b




d- consoante constritivo vibrante simples: r




e- consoante constritiva fricativa: v




f- consoante linguodental surda: t, d




g- vogal, oral, baixa: a




h- vogal, oral, reduzida: i, u




i-vogal nasal media: ô




j- vogal oral aberta:á, é, ó







2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.




"bem que a vida estava quieta" suj. simples




3- Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.




"bem que a vida estava quieta" verbo(estava).




A palavra "quieta" está dando um sentido a palavra "vida" e o verbo " estava" concorda com o núcleo do sujeito "vida".




4-Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram




-Gostei do eco que há no poema. Para muitas pessoas seriam desagradáveis, mas eu gostei do efeito. (Liamar)




-Eu entendo que o poema quer dizer que tudo era parado, e havia uma música da qual não sabiam de onde viam (Verônica)




5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa




a- A noite abria a frescura dos campos por todos os lados




b- Bom que a vida estava quieta.













Jhonemi Ferreira David







Letícia Morais do Nascimento







Suellyne Nagano




1- A – Consoante construtiva lateral: lavada, flor, lábio- /l/




B – Consoante nasal: Úmido, tempo, mas. -/m/




C – Consoante bilabial, oclusiva, oral: sombra, pedra, repleta- /b/,/p/




D – Consoante construtivo vibrante simples: areias, estrelas, suspiro - /r/




E - Consoante construtiva fricativa: fria, serra -/f/,/s/




F – Consoante linguodental surda: terra, gosto, acontecidas- /t/




G – Vogal, oral, baixa: frescura , música, uma -/a/




H – Vogal, oral, reduzida: noite, entre, vento -/e/,/o/




I – Vogal nasal média: onde, com /õ/




J – Vogal oral aberta: Toda a palavra do texto tem uma vogal oral aberta, mas vou destacar uma TERRA./e/,/a/




2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.




R: “A noite abria a frescura”. (sujeito simples- a noite)




“Brilho de areias pisadas”. (sujeito simples)




3- Aponte um verbo e explique sua concordância com o sujeito.




R: “A noite abria a frescura”. – verbo abria concorda com o núcleo do sujeito ‘noite’-3ª pessoa do singular




4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.




R: Causou- me uma boa sensação, porque lendo o poema eu fui imaginando por exemplo a praia com o céu estrelado.




- O poema tem rimas, mas se você não ler direito ou não prestar atenção não conseguirá achar onde esta a rima, pois não é uma rima em cada frase, mas poucas rimas em uma estrofe.




5- Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da Língua Portuguesa.




a- “A noite abria a frescura




Canção- Cecília Meireles - 1A

Estes trabalhos foram desenvolvidos durante o primeiro bimestre de 2011, na Escola Estadual Caetano de Campos- Aclimação, pelos alunos da Profª Drª Vera Lúcia Grando.



Inicialmente, a professora passou os conceitos e tabelas de Fonética e Fonologia, paralelamente aos conteúdos de cadernos de alunos e livros didáticos.



Depois de fazer em classe exercícios, apresentou poesias de Cecília Meireles aos alunos para que eles aplicassem os conceitos desenvolvidos ao longo do bimestre, dando-lhes tempo suficiente para que se preparassem para uma prova. Orientou-os sobre os possíveis itens que cairiam na prova e como deveriam estudá-los.





Após corrigir as provas individuais, a professora devolveu-as e solicitou-lhes que formassem grupos, corrigissem os seus erros e confrontassem as provas e as transformassem em um trabalho de grupo para o segundo bimestre a ser publicado no blog e complementado com novos estudos e conceitos até culminar a mostra de 2011 da escola.





Eis os trabalhos:







1A





Canção





Pus o meu sonho num navio



e o navio em cima do mar:



-depois, abri o mar com as mãos,



para o meu sonho naufragar.





Minhas mãos ainda estão molhadas do azul das ondas entreabertas,



e a cor que escorre dos meus dedos



colore as areias desertas.







O vento vem vindo de longe,



a noite se curva de frio;



debaixo da água vai morrendo



meu sonho, dentro de um navio...





Chorarei quanto for preciso,



para fazer com que o mar cresça,



e o meu navio chegue ao fundo



e o meu sonho desapareça.





Depois, tudo estará perfeito:



praia lisa, águas ordenadas,



meus olhos secos como pedras



e as minhas duas mãos quebradas.








Ana Carolina Dias
Caique de Amorim
Débora Miram da Silva
Leonardo Vicente da Silva
Lucas de Souza
Samyra K. Leone




1) Encontre palavras no texto com sons:

a) Consoante constritiva lateral -azul (l)

b) Consoante nasal - sonho (nh), navio (n)

c) Consoante bilabial, oclusiva, oral - pus (p)

d) Consoante construtiva vibrante simples - quebrada (r), naufragar (r)

e) Consoante constritiva fricativa -frio (f), naufragar (f)

f) Consoante linguodental surda -pus (s)

g) Vogal, oral, baixa -debaixo (a), navio (a)

h)Vogal, oral, reduzida - debaixo (o), abri(i)

i) Vogal nasal média - sonhos (o), mãos (o)

j) Vogal oral aberta -olhos (o), água (á)

2) Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.
R: O vento vem vindo de longe.
sujeito simples (O vento).

3) Aponte um verbo e explique sua concordância com o sujeito.
R: Minhas mãos ainda estão molhadas.
Há concordância pois o núcleo do sujeito (mãos) está no plural.
O vento vem vindo de longe.
Há concordância porque o núcleo do sujeito ( vento) está no singular.

4) Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram.
R: Os efeitos sonoros foram de tranquilidade, de lazer e de conquistar
os sonhos.

5) Transcreva as frases fonéticas para a ortografia convencional da
Língua Portuguesa.
a) Chorarei quanto for preciso,
para fazer com que o mar cresça.

b) Meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas











Bianca da Silva Ferreira









1:Complete a tabela abaixo:
Encontre palavras no texto com sons: Escreva a palavra e circule as letras que representam os sons
a-consoante constritiva lateral- azul -/l/
b-consoante nasal fundo, navio -/n/
c-consoante bilabial, oclusiva, oral -pus-/p/
d-consoante constritiva vibrante simples- quebrada -/r/
e-consoante constritiva fricativa -frio-/f/
f-consoante linguodental surda-vento-/n/
g-vogal, oral, baixa- debaixo- /a/
h-vogal, oral, reduzida- abri -/i/
i-vogal nasal media- mãos-/õ/
j-vogal oral aberta -olhos- /o/



2-Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.
A noite se curva de frio. Sujeito simples (noite)




3- Aponte um verbo e explique a sua concordância com o sujeito.
E as minhas duas mãos quebradas. Sujeito (mãos) está plural,o verbo concorda com o sujeito .




4-Comente os efeitos que os sons do poema lhe causaram ?
R: O poema tem como efeito sonoros, com sons não muito difíceis de se entender, que faça você entender e cantar



5-transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional da língua portuguesa ?
a- R: Chorarei quanto for possível,
para fazer com que o mar cresça.
b- R: Meus olhos secos como pedras
e as minhas duas mãos quebradas

Motivo-Cecília Meireles - 2A

Estes trabalhos foram desenvolvidos durante o primeiro bimestre de 2011, na Escola Estadual Caetano de Campos- Aclimação, pelos alunos da Profª Drª Vera Lúcia Grando.



Inicialmente, a professora passou os conceitos e tabelas de Fonética e Fonologia, paralelamente aos conteúdos de cadernos de alunos e livros didáticos.



Depois de fazer em classe exercícios, apresentou poesias de Cecília Meireles aos alunos para que eles aplicassem os conceitos desenvolvidos ao longo do bimestre, dando-lhes tempo suficiente para que se preparassem para uma prova. Orientou-os sobre os possíveis itens que cairiam na prova e como deveriam estudá-los.





Após corrigir as provas individuais, a professora devolveu-as e solicitou-lhes que formassem grupos, corrigissem os seus erros e confrontassem as provas e as transformassem em um trabalho de grupo para o segundo bimestre a ser publicado no blog e complementado com novos estudos e conceitos até culminar a mostra de 2011 da escola.





Eis os trabalhos:



2A



Motivo





Eu canto porque o instante existe



e a minha vida está completa.



Não sou alegre nem sou triste:



sou poeta.





Irmão das coisas fugidias,



não sinto gozo nem tormento.



atravesso noites e dias



no vento.





Se desmorono ou se edifico,



se permaneço ou me desfaço



- não sei, não sei. Não sei se fico



ou passo.





Sei que canto. E a canção é tudo.



Tem sangue eterno a asa ritmada.



E um dia sei que estarei mudo:



- mais nada.


Alan Yuji

Bruno Lombardi

Lucas Borges de Souza

Marcos Antônio

1 – a) Alegre

b) Minha

c) Completa

d) Alegre

e) Gozo

f) Instante

g) Poeta

h) Eterno

i) Irmão

j) Poeta

2.R: “Eu canto porque o instante existe” – Sujeito simples: eu

3.R: “Não sinto gozo, nem tormento” – Verbo sentir concorda com o sujeito desinencial (eu). Há concordância do verbo com o sujeito .

4.R: Causou-nos um efeito interessante ter um texto com uma linguagem e sons diferentes e inusitadamente colocados de forma que o texto fique gostoso de se ler.

5.R:a- Se desmorono ou se edifico

Se permaneço ou me desfaço

b- Eu canto porque o instante existe

E a minha vida esta completa




André



Motivo - Cecília Meirelles / Análise



Podemos encontrar nesta poesia elementos que dão suporte para análise mofológica, sintática e estilista.

Encontramos na primeira estrofe vinte palavras, na segunda estrofe quinze palavras, na terceira estrofe vinte palavras e na quarta e última estrofe vinte e três.

O que nos vale dizer que a primeira e a terceira estrofes são semelhantes ao números de palavras.

Na primeira estrofe existem seis verbos, dois deles transitivos( canto, existe ) e dois verbos de ligação ( estar, ser o qual aparece três vezes na poesia ).

Na segunda estofe há dois verbos transitivos diretos ( atravesso e sinto ).

Na terceira estrofe encontramos nove verbos intransitivos e na quarta estrofe tendo apenas um verbo de ligação.

Podemos dizer que as estrofes não são regulares em relação a transitividade , a regência dos verbos .

A poesia traz semelhanças entre as estrofes terceira e quarta, quanto ao número de substantivos e diferenças nas estrofes segunda e terceira ( 7 e 0 respectivamente).Já em relação ao número de adjetivos as mesmas semelhanças e diferenças 1ª e 4ª estrofes ( 2 adj ) e 2ª e 3ª estrofes ( 1 e 0 ).

Em cada poesia aparace pronomes de classificações diversas: eu - pessoal; minha - possessivo; me - reflexivo; que - relativo e tudo - indefinido.

Do ponto de vista sintático, entendemos que o sujeito - eu - predomina em toda a poesia seja ela simples, marcado pelo pronome.

Há dois verbos na primeira estrofe com três orações cada.Predominam as orações coordenadas.

Na segunda estrofe há dois períodos com orações diferentes.

Na terceira estrofe há dois períodos com orações coordenadas e subordinadas e na última estrofe há quatro períodos com orações coordenadas e subordinadas.

Do ponto de vista estético temos rimas cruzadas, perfeitas.






Brenda



Simone



Thaumã



Tiago






1-





a-Consoante constritiva lateral -Alegre



b-Consoante nasal - Canto



c- Consoante bilabial, oclusiva, oral-Passo



d-Consoante constritivo vibrante simples- Alegre



e-Consoante construtiva fricativa-Vento



f-Consoante linguodental surda -Instante



g-Vogal, oral, baixa -Coisas



h- Vogal, oral, reduzida-Tormento



i-Vogal nasal media- Gozo



j-Vogal oral aberta- Está





2- EU canto porque o instante existe . Eu= sujeito simples.




3- Verbo : CANTO . Concorda com o núcleo do sujeito ( eu)

4- Nesse poema , o autor fala da vida dele,a qual não é alegre nem triste , que ele ( o autor ) canta na canção . Ele tem por elas ( canções) um sangue eterno .

5- A - Se desmorono ou se edifico . Se permaneço ou na desfaço .
B- Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa .










Bruna Aparecida de Jesus Papeschi



Bruno dos Reis



Leonardo Janini



Luciana Camargo



Mauro Sérgio Da cruz Silva



Thaina Andrade







1-Complete a tabela abaixo.



Encontre palavras no texto com sons .



Escreva a palavra e circule as letras que representam os sons:



a-Consoante constritiva lateral -Alegre



b-Consoante nasal - Canto



c- Consoante bilabial, oclusiva, oral-Passo



d-Consoante constritivo vibrante simples- Alegre



e-Consoante construtiva fricativa-Vento



f-Consoante linguodental surda -Instante



g-Vogal, oral, baixa -Coisas



h- Vogal, oral, reduzida-Tormento



i-Vogal nasal media- Gozo



j-Vogal oral aberta- Está





2- Aponte o sujeito em uma frase e classifique-o.



R: Eu canto porque o instante existe. Eu = sujeito simples.



3-Aponte o verbo e explique a sua concordância com o sujeito.



R:Eu canto porque o instante existe. Canto= Presente do Indicativo,



1° pessoa no singular. O verbo concorda com o sujeito.



4- Comente os efeitos que os som do poema lhe causaram.



R: O poema não apresenta muita rima. Ele causa uma sensação triste, dúvidas sobre algo.



O poema não traz uma sensação de coisa “viva”, parece algo desanimado, quase morrendo.



Com o estudo fonético foi possível saber a forma de ler de uma letra na palavra,



se o tom era mais baixo ou agudo. Podemos perceber melhor o movimento da língua e da boca.



5-Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional



da Língua Portuguesa.



a. Se desmorono ou se edifico Se permaneço ou me desfaço.



b. Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa.







Cauan Felipe Anacleto Bueno
Gustavo Eduardo Monteiro Martins
Janaína Da Costa Lima
Josiel Alves Dos Santos
Laíz Victória Alves De Oliveira






1.



a. alegre-/l/



b. minha-/mh/



c. porque-/p/



d. ritmada-/t/



e. vida- /v/



f. triste- /t/



g. estarei-/a/



h. ou-/u/



i. não- /õ/



j. E -A- /a/





2. Sei que canto.:



Sujeito desinencial, oculto: eu





3. Sei que canto.:



Os verbos saber e cantar estão na primeira pessoa do singular, assim



como o sujeito, oculto eu.





4. O poema representa os fonemas, a ortografia e etc.





5. a. Não sou alegre nem sou triste:



Sou poeta.



b. Se desmorono ou se edifico,



Se permaneço ou me desfaço.



---
Se receber confirma ai :)




Thaís Morais A. Oliveira

1.
a) alegre
b) permaneço
c) poeta
d) eterno
e) vento
f) tormento
g) -a
h) ei
i) –tudo
j) asa

2. Eu canto porque o instante existe .
Eu : Sujeito simples.

3 . Eu canto porque o instante existe .
canto : Verbo
Nesse caso o verbo concorda com o núcleo do sujeito, porque indica quem canta - eu –que está na 1°pessoa .

4. Causaram-me um efeito de rima , pois traz muitas rimas e tristeza transmitida pelas palavras da poeta .

5 . a) Se demoro ou se edifico
Se permaneço ou me desfaço

b) Eu canto porque o instante existe .
E a minha vida esta completa .









Thales Souza
Victor Yamamoto



1-Complete a Tabela abaixo:



a- Alegre- /l/



b--Minha-/ nh/-Instante-/n/



c- Porque-/p/



d- Desmorono -/r/



e- Fico - /f/



f- Ritmada- /t/



g- Passo- /a/



h- Não-/o/



i- Irmãos- /õ/



h- Está - /a/





2-Aponte o sujeito em uma frase,classifique-o



Eu , canto porque o instante existe.



Sujeito simples: Eu





3-Aponte o verbo e explique a sua concordância com o sujeito



Eu canto porque o instante existe



O verbo existe está concordando com o sujeito que está no singular.



4- Comente os efeitos que os sons do poema lhe causam.





Os efeitos do sons o poema são bem diversos. Num simples poema,uma variedade imensa de sons. Mesmo sendo tão complicado é ,ao mesmo tempo simples e imperceptível para o leitor .ou seja, nada.





5-Transcreva as frases fonéticas colocadas na lousa para a ortografia convencional



da língua portuguesa.



a- Se desmorono ou se edifico,



Se permaneço ou me desfaço



b- Eu canto porque o instante existe



E a minha vida está completa.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Conto

1B

Jhonemi David
Leticia Morais
Suellyne Nagano


O Homem Solitário


Era uma vez um homem muito solitário que vivia vagando pelas ruas de Seinopolis , não tinha família nem amigos só tinha o seu precioso dinheiro.
Enquanto passeava pelas ruas com seu carro, encontrou uma belíssima mulher quase tão linda quanto as flores e parou ao lado da moça . Quando ela percebeu, ficou assustada, pois achava que iria ser furtada ou até mesmo sequestrada, mas viu que quem estaria dentro do carro não queria lhe fazer mal algum e então perguntou :
- O que você quer ?
O moço abriu o vidro do carro e a observou fixamente por um tempinho e disse:
- Nada de mais , só gostaria de perguntar se eu poderia ter o prazer de levá - la para tomar um café ou comer alguma coisa comigo
A moça ficou indecisa, mas lhe deu um sorriso , aceitou o seu convite e entrou no carro .
Chegando ao restaurante, ele tentou ao máximo para impressioná - la , pois viu que a moça era sua única chance de sair daquela vida de solidão, os dois conversaram por bastante tempo,então ele disse:
- Me desculpa , não me apresentei corretamente meu nome é Julio Branelo e o seu ?
- Não tem problema eu também não me apresentei , o meu nome é Clara Seicanela - disse ela com um leve sorriso no rosto .
Quando ela olhou o relógio viu que estava atrasada , despediu-se rapidamente e deixou o seu telefone . Julio percebeu que a moça esqueceu sua bolsa e tentou chamá - la, mas não adiantava pois ela já estava muito longe .
No dia seguinte, ele ligou para Clara e a avisou que ela havia se esquecido de sua bolsa no restaurante. Convidou a moça para almoçar em sua casa e aproveitar para entregar sua bolsa .
Clara deu uma risada ao telefone e aceitou o convite. Após desligarem o telefone, Julio sai correndo até sua cozinheira e a pediu para fazer um almoço divino, pois iria almoçar com uma pessoa muito especial
Quando Clara chegou viu que a casa de Julio era enorme, percebeu logo que ele era rico e já ficou um pouco mais interessada nele.
Ao entrar na casa, foi recebida como se fosse uma princesa e os dois sentaram à mesa para se servirirem , conversa vai conversa vem, Clara começou a se insinuar para Julio. Como ele já estava interessado na moça sem pensar a pediu em casamento , ela fez uma expressão de assustada, mas pensou nos benefícios que lhe poderia trazer se casasse com Julio e lhe disse que sim .
Depois de algumas discussões e brigas chegou enfim o dia tão esperado , com uma festa enorme muita comida , bebida , pessoas.Possivelmente seria a maior festa do ano.
Quando chegou a hora dos noivos dizerem SIM e jurar amor eterno na alegria e doença , todos começam a ficar ansiosos para ver a noiva , Clara entrou na igreja com um vestido deslumbrante e todos os olhares se voltam a ela . Após o casamento,a igreja inteira comemorou com muita música e brincadeiras , chegando ao fim do casamento Julio perguntou a sua esposa :
- Onde quer passar a nossa lua mel ?
- Que tal em Nova Iorque ? - disse ela
Ele aceitou sem o menor problema e vão a caminho de Nova Iorque para satisfazer o pedido de Clara.
Chegando ao hotel,onde ficaram hospedados, deitaram na cama e logo dormiram, pois a viagem tinha sido muito cansativa . Na manha seguinte Julio percebeu que Clara não está ao seu lado, procurou-a por todos os lado, mas não a encontrou , só encontrou um bilhete deixado por ela que dizia o seguinte :
-Julio , me desculpe por sumir assim do nada, mas acho que eu e você merecemos coisa melhor .Afinal nos casamos rápido demais não acha ? Não fique triste pois tenho certeza de que conseguirá recomeçar sua vida do zero novamente .

Beijos e abraços

Julio não entendeu bem quando Clara disse que ele recomeçaria sua vida do zero , ficou um pouco chateado, mas logo se animou de novo , ele percebeu que seu dinheiro já estava acabando e foi até o banco para retirar mais dinheiro. Chegando lá recebeu a noticia que sua conta estava zerada e foi ai que ele percebeu o significado de recomeçar a vida do zero. Ficaou muito triste, pois sua amada tinha-lhe roubado e começou a ficar doente e morreu solitário .

Moral : As aparências enganam

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Opinião - Suicídio

2A


Thales Souza

Victor Ken Yamamoto

Suicídio

O suicídio ocorre quando uma pessoa está passando por momentos difíceis, estresse ou algo muito importante de sua vida como um sonho prestes a ser realizado totalmente perdido; é a uma questão de escolha.

Quando a pessoa perde as esperanças ou não aguenta mais viver num determinado lugar passando por um determinado momento, pode cometer o suicídio.

Por outro lado o suicídio pode ser causado por uma pessoa que está sofrendo com problemas de saúde ou sofrendo uma traição.

Pode-se diminuir a taxa de suicídio investindo em segurança como para-peito na cobertura dos prédios, nos trilhos dos trens, mas acabar com os atos de suicídio é impossível.

A pessoa escolhe se suicidar ou não em momentos difíceis.

OPINIÃO - Drogas

2A

André Costa


'Drogas'

As drogas são uma substância que transforma um ser humano numa pessoa que ele não é.
Isso ocorre com qualquer tipo de droga, tanto as drogas proibidas como as legalizadas como a bebida alcóolica; é claro que cada uma delas tem sua transformação.
Já vimos em vários lugares que algumas pessoas podem contradizer nossa visão, que nao 'mudam' de certa forma e que usam essas coisas por diversão e que têm controle de si.
Essas pessoas dizem ter um autocontrole e; todas as pessoas que pensam no assunto já cansaram de ver casos na televisão, no jornal , de brigas de casais por causa de bebidas e até morte.
Se tivéssemos o poder de fazer algo contra isso, chegaríamos ao ponto de proibir em alguns lugares a bebida alcóolica em bares, restaurantes, porque temos certeza de que sem a bebida diminuíriam esses casos graves.
A conclusão de que chegamos sobre as drogas é que nao basta dizer para uma pessoa "não use droga" e sim mostrar-lhe o que acontecerá caso ela use e caso ela não use.